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Se eu fosse um dia o respirar +18

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Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Qua Fev 27, 2013 9:12 pm


Titulo: Se eu fosse um dia o respirar
Autor: Ma'

Classificação:+18
Gênero: Romance,Drama,Acção, Violência, Conteúdo e Vocabulário Sexual
Terminada:Sim

Personagens neste capitulo:
Bill Kaulitz: Bill Kaulitz <- clica



Se eu fosse um dia o respirar- Introdução - 1




Como todas as histórias de amor, esta começa com:
Era uma vez

Mas,
Será que terminará com :
"E viveram felizes para sempre" ?





Toda aquela agitação o excitava, e de alguma forma o deixava nervoso, ele era uma Rock Star, um homem de palco, mas o calor e agitação faziam a adrenalina correr no seu corpo.

" I'm ready to heal
I'm ready to feel

Owow
They're telling me It's beautiful
I believe them But will I ever know
The world behind my wall"


Agradeceu, por talvez o terem ouvido, por o terem aplaudido de pé, abandonou o palco, que para ele era como uma casa, era onde ele se sentia bem,

e de volta a estrada, agora tudo que o acompanhava era a solidão, e nem o seu nome lhe fazia sentido, nem se o voltassem a gritar em êxtase, ele sentia falta dela, não a conhecia, não sabia o seu nome, mas sabia o seu cheiro...doce...tão doce, e a cor do seu cabelo, cor de cereja, cor da paixão, e aqueles olhos tão negros que contrastam com a pele...tão branca, como se sobrenatural fosse.

Ela apenas fazia parte da multidão, mas não seria mais uma.


Bill havia a visto num dos muitos concertos que deu, mas aquela mulher de alguma maneira o chamou a atenção, o corpo dela vibrava perante toda aquela confusão de corpos iguais, a partir desse momento a melancolia controlou a sua mente.



Entre todas as suas preces , a vida continuava, era Agosto, o Sol estava no auge.


*BILL*



Tom: Ora, Bom dia...dormiste bem? - os óculos escuros certamente tapavam uma noite em que pouco havia dormido
Bill: Sim Tom...sim dormi, os G's ainda estão nos quartos? - levantei-me, hoje não me sentia com disposição para conversas de rotina.
Tom desceu os óculos e olhou o relógio: Bill? -Olhei de relance- O que se passa?
engoli em seco, tudo menos confessar a minha depressão: Nada tom, que raio se deveria de passar?
Tom olhou-me sério: são 15h da tarde e tu estás de pijama, sem maquilhagem... Bill vou dar-te uma novidade, partilhei 9 messes o mesmo espaço que tu , e durante todos estes anos também...que se passa? tens saudades de casa?
Bill- suspirei, eu queria dizer-lhe que não, mas que iria eu dizer, que estava apaixonado pelo fantasma da opera? pff - sim Tom, são saudades de casa, só isso.


Mais tarde acabei por lhe contar porque realmente estava triste, ele não achou estúpido de minha parte, na verdade falou-me de enviar essa ideia para uma editora de filmes porno, daria uma boa história.


Tudo isto fazia da minha vida uma verdadeira novela, até me deparar com a maior surpresa da minha vida, conhecer a mulher que iria ser tudo o que sempre quis e fazer de mim um predador sexual, um amante, um homem, mais do que amor e conforto encontrei ao lado dela..prazer
.

(Bill POV)

O sexo nunca foi importante para mim, os meus ideias passavam por outras raízes , o amor era sim o ponto crucial para que o resultado fosse a junção de dois corpos.



Capitulo | - One night only -


Personagens neste capitulo:
Joan



Parte |

Bill (POV)

Sentia-me cansado de viajar, e a solidão assombrava-me de uma maneira assustadora e por mais louco que pareça eu nunca estava sozinho, estava rodeado de fans que me adoravam e acima de tudo amava aquilo que eu fazia, que esperava mais eu? Afinal, tudo o que sempre sonhei estava a acontecer, E as consequências disso eram apenas a a solidão e a falta de casa, mas confortava-me no meu irmão.

Então Tom resolveu que hoje deveríamos sair, sentia que eu andava na estranho e magoa-lhe o facto de não saber o porque, saímos apenas os dois.

A limusina levou-nos a um club Londrino, Tom havia escolhido o lugar, não demoramos a entrar, adorei de imediato a decoração, senta-mo-nos ao fundo da sala e puxei de imediato o cigarro, estes ambientes abrem-me o apetite de fumar.

Tom tentava animar-me, e eu sentia-me bem na companhia dele.

A noite ia longa, no inicio da sala havia um palco, os meus olhos pararam para observar o abrir de cortinas vermelhas, as luzes ofuscaram a minha visão e daquele centro esvoaçou uma voz feminina:


"You Want all my love
and my devotion
You want my love and soul right on the line
I have no doubt that I could love you forever
The only trouble is you really don't have the time

You've got one night only, one night only, that's all you have to spare
One night only, let's not pretend to care
One night only, one night only, come on big baby come on
One night only, we only ask you don't"



Aquela voz parecia-me vinda de outro mundo, ao longe via um chapéu negro que tapava a face de uma silhueta feminina, Sentia as vozes masculinas gritarem, e aumentavam a cada passo daquela mulher, o chapéu que lhe escondia a maior parte do rosto acabou por ser atirado ao chão, deixando uma mascara a tapar-me o rosto que parecia pálido, e os seus olhos de um castanho mel reluziam como diamantes, o seu cabelo comprido com pequenos caracóis de um tom vermelho vibrante davam àquela personagem um ar místico acompanhado pelos lábios carnudos evidenciados pelo batom encarnado que jubilava, não lhe via o rosto completo, não via as feições mas a meus olhos toda aquela beleza me parecia irreal.

O chapéu continuava imóvel no chão e ela percorria o palco com passos de Deusa, o sobretudo de tons negros acabou por ter o mesmo destino e um corpo desenhado com todo o cuidado revelou-se aos olhos dos presentes.
A excitação de Tom era evidente pela maneira como mexia no piercing, voltei a concentrar me naquele corpo que a mim me parecia familiar.

As luzes concentraram-se no centro do palco e mostravam um varão, que aquela mulher usou com agilidade, deixando de utilizar a voz, passando a usar a dança como sedução, o seu sutiã acabou por ser retirado do corpo, não mostrando por completo os seios, na minha mente apenas surgiam perguntas: como ela me parecia familiar, o porque dela estar num club a dar um espetaculo de strip com uma beleza tão exótica ela poderia conquistar o mundo.


Após ela dar o ultimo passo no palco e as cortinas fecharem os meus olhos desceram de posição, teria de encontrar aquela mulher, dizer-lhe o quanto ela é linda, queria ver o seu rosto completo, descobrir porque me arrepiei ao ver os seus olhos.

Afastei-me de Tom, que falava com uma rapariga.
tentei procura-la, sentia-me um príncipe procurando a Cinderela no baile, vi de lanço os seus cabelos esvoaçarem entre a multidão, percorri os seus passos, ela olhou-me pelo canto do olho, mas não consegui ver o seu rosto completo, parecia que fugia de mim, alcancei a porta, mas....nem sinal dela, a não ser o rasto de perfume, doce....

Sorri, estaria a ficar maluco? ela era apenas uma estranha....

olhei o chão e acenei a cabeça de forma negativa, foi quando me deparei com um papel no chão com o meu nome, aproximei-me tirando a mão do bolso apanhei-o, abri-o com cuidado:


"Finalmente consegui chamar a tua atenção"




x
Capitulo | - One night only
Parte ||


"Leve, lento, nu, fiel
E este vento
Que te navega na pele.
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco +...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.

Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar"



Bill (POV)

O sorriso invadiu o meu rosto, seria ela? o que para mim não passava de recordação presa na esperança, agora é um cheiro, um olhar....seria ela?

Não evitei olhar em meu redor, não vi ninguém, ela não me poderia escapar desta maneira, eu queira beija-la....tocar seu rosto....não....eu enlouqueci, perdi a razão...infelizmente o meu coração conhecia esta falta de tudo e chama-se : Amor.
Estaria eu apaixonado? ou seria a loucura que me consumiu por completo?

Caminhei até ao carro, não sentia a presença dela por perto, queria descansar um pouco antes de sair-mos de Londres, nunca o caminho para casa me pareceu tão pequeno.

Deslizei a chaves na porta e entrei, não gostava da escuridão que me rodeava só clareava a minha solidão.
Subi as escadas mas a minha mente a muito que voava noutra direcção, entrei no quarto atirando o casaco para o cadeirão, olhei a janela , via o seu rosto no vidraça, toquei-lhe, como me parecia real e ela agora sorria-me.
O sangue desceu-me quando senti um toque leve pelas costas, confirmado, eu enlouqueci de vez.


Rodei o meu corpo, temi que apenas fosse uma ilusão, não, era ela, estava mesmo á minha frente,Não me preocupei em pergunta como ela havia entrado, quem era ela, como seria possivel a beleza dela ser tão infernal, mas o seu rosto continuava tapado pela máscara,o meu corpo não reagiu como a minha mente fernetica sugeriu , o impulso contido anteriormente explodiu, e agarrei-a nos meus braços como se ela fosse minha, os meus lábios tremiam e encontraram outros, beijei-a , aquela seria a nossa noite, ela seria minha e aquele beijo seria apenas o inicio da minha loucura... beija-mo-nos como se ela fosse o ar que eu necessitava para sobreviver

Queria ser dela, e queria senti-la como se fosse apenas minha, mesmo que apenas fosse por esta noite.

A língua dela tem gosto simples de morango e o meu corpo não ficaria novamente quente se ela se afastasse de mim. O meu coração parecia então querer romper o meu peito, e as sensações tornaram-se claras naquele momento, mas como podia eu ama-la se nem o nome dela eu sabia?

Mas eu necessito de a sentir, de a beijar, caminhamos para a cama sem nunca parar de nos beijar,cai lentamente sobre ela e senti quão macia era a sua pele, que estava vermelha das minhas mãos lhe tocarem, despi com pressa a minha camisola ela beijou o meu peito descendo a mão fria pela minha barriga, causando me arrepios ao qual gemi, os seus olhos olhavam agora os meus e a sua boca encaminhou-se para o meu mamilo, mexendo a língua contra o meu piercing, o contraste de frio quente na minha pele, como seria possível todas as emoções?
Agarrei entre os dedos alguns fios de cabelo dela, e senti a frescura do seu cheiro, mordi de imediato o seu pescoço, a minha língua deixava a pele molhada e subi ate a sua boca, encontrando a sua língua novamente, senti a sua mão gelada nas minhas calças, tentavam tirar o meu cinto, o que acabou por conseguir, num momento fiquei sem elas e apresei-me a despir a sua saia de cabedal, beijei as pernas torneadas dela, daquela desconhecida que se propôs a ser minha companhia nesta noite, então a minha cabeça começou a alertar-me para esta loucura, afastei-me:

-És a miúda do concerto em Londres?

Ela de imediato me encarou e levantou-se, deixando-me sozinho na cama, que me parecia agora enorme e vazia.

- Sou- respondeu baixinho- Bill eu quero ser tua. Quero ser a tua musa- e desapertou o sutiã, deixando-me contemplar o seu peito farto- tu vais ser meu, o teu desejo é a minha maior arma.

ela tinha razão, tinha-me na mão, no seu domínio.
caminhou para mim, e pegou minha mão, levou-a aos seus seios e eu acariciei-os, lentamente levei a boca a eles,mas não a encarei, ela pegou a minha face.

-Olha-me, quero que me olhes.

Tenho certeza que as minhas bochechas estavam agora vermelhas, mas ela hipnotizou-me, continuei a passar a língua no seu mamilo excitado pela minha presença, senti que as suas mãos puxavam as minhas boxeres, senti vergonha da minha exposição.

Deixei de sentir o quente do seu peito, ajoelhou-se perante mim, e lambeu o meu membro, não me controlei gemi, pegando novamente nas minhas mãos colocou-as no seu cabelo.

- comanda-me- gemeu baixinho antes de engolir por completo o meu membro, eu apenas gritei, e sinto-me levado pela loucura, puxei os seus cabelos até sentir novamente a sua garganta, movimentei as ancas em sua direção,puxei a sua cabeça de volta, deixando o meu membro molhado pela sua saliva desaparecer da sua boca, a sua língua brincava com meu membro, mas eu queria sentir toda a sua boca novamente e volto a puxar os seus cabelos, quando ela me encarou e movimentou sozinha a sua boca e mexia os meus lábios como um gemido mudo, o prazer controlava-me, estou a senti-lo pela primeira vez.

ela levantou-se e sentou-se no cadeirão, abriu as pernas, eu simplesmente não quero acreditar que possa ser realidade toda aquela beleza, vi-a meter a mão dentro das cuecas, a única roupa que ainda a tapa, ouvi seu gemido e um arrepio passou todo o meu corpo.

Mas algo me distraiu , ouvi a porta principal bater, é o Tom, ele não faz ideia que está uma mulher na casa...

Ela olhou-me,
- é o tom- garanti, ele não sabe que estás cá.

-Eu quero que ele assista á nossa loucura Bill.

Não quero acreditar que ela esteja a falar a sério, seria por fim, a aprovação ao meu atestado de loucura.



Capitulo 2- We are young, Tonight.



"Tonight
We are young
So let's set the world on fire
We can burn brighter
Than the sun"


Tom (POV)

Estranho, o carro do Bill está na garagem, provavelmente deve estar mal disposto no quarto.
Scotty estava enroscado no seu cobertor, apenas lhe acomodei a cabeça e sorri, subi as escadas e deparei-me com Bill no corredor, olhei-o:
-Então Bill? sais-te do Club sem me avisar? fiquei preocupado, estás bem? que aconteceu?- simplesmente as perguntas não paravam de sair da minha boca.

Bill olhava-me então em tom de malícia e eu fiquei sem entender onde ele queria chegar.

Bill (POV)

Ouvi os seus passos e posso jurar te-lo ouvido sorrir antes de pisar a primeira escada, por fim vi o seu corpo em minha direcção.

Meu irmão sempre me deixou de certa forma curioso, seria ele mesmo capaz de fazer todas as coisas que ele diz farei com uma mulher na cama?

-Tom?- Vem até meu quarto, vem?


Ele seguiu-me mas percebi a expressão confusa no seu rosto,

quando abri a porta do meu quarto, tudo sumiu como um sonho, ela já não lá estava, e tudo o que restava era novamente um papel, peguei-o


"è fácil o coração deixar de bater quando percebemos que a pessoa que para nós é perfeita, afinal é igual a todos os outros. Bill iludiste-me , disses que "Na sua sombra eu poderia brilhar", mas ias usar me como um brinquedo... entende que a mulher tem corpo, mas também tem alma, foi a maior desilusão da minha vida."

Como fui ridículo, como deixei o prazer levar a minha razão? A mulher que amo fugiu entre os meus dedos...
Além de ridículo senti todo o meu corpo desvanecer perante os olhos do meu irmão.

Bill- Saia pf, me deixa sozinho.
-Mas Bill.
-Sai.- Gritei
Tom agarrou-me de imediato o braço: Não me gritas Bill, não tens mais 16 anos, porta-te como adulto que és. acorda! deixa de ser Drama Quenn, ok?
Então beijei o meu irmão, sentia agora a solidão partir, não sei o impulso foi mais forte que eu, so queria que ele parasse de gritar comigo, queria que ele me entendesse sem ele lhe explicar.
Tom não me parou, subiu a mão para o meu pescoço, mas as suas mãos robustas puxaram o meu cabelo:
- Estas LOUCO? Bill que se passa contigo? perdes-te completamente a noção do ridículo? anda, tu estás bêbedo- puxou-me apesar da minha contestação, deixou o meu corpo branco cobrir-se por uma agua gelada que me fez sentir todos os cantos do meu corpo, tremia, olhei o meu gémeo, sussurrando:
- Ela não foi minha !


"Ich wollt dir alles anvertraun
Warum bist du abgehauen
Komm zurück
Nimm mich mit"


Capitulo 3- Ich schaff's nicht ohne dich

Bill (POV)

Sobressaltado levantei as costas dos lençóis e a minha respiração estava acelerada, tentei manter-me vivo, senti o suor cai a minha face, olhei de imediato para o lado , e lá estava ela, tudo havia sido um pesadelo, e a minha mente transportou -me para outro momento.

*FlashBack*

Ela acomodou-se no sofá, mostrando o seu corpo, a vergonha entre nós não existia, apenas o fogo que nos queimava, eram chamas de paixão, e queríamos exprimir este sentimento ao máximo e estamos a fazê-lo.
Estávamos a ser um do outro.

Volto a aproximar-se, ainda de salto alto, e por estranho que pareça, aquele corpo desnudado com o contraste dos sapatos provocava em mim uma leve excitação.

Acariciei seu rosto e peço com os olhos para ela me deixar retirar a sua máscara.

As minhas mãos deslizam como duas penas entre suaves rios de seda, como ela era perfeita, os seus olhos transmitiam confiança e isso deixava-me confortável.

Não escondeu o rosto, e a pequena cicatriz que tem no pescoço, disfarçado com uma tatuagem, beijei-a , como se a quisesse proteger de quem a magoou.
Ela agora seria minha, e o meu coração pediu que fosse para sempre.

Peguei-a ao colo,
deita-a sobre os lençois e beijei todo o seu corpo, o seu odor percorria agora a minha alma e fazia de mim o seu perdedor, como amar era uma insanidade tão lúcida.


Olhei-a , senti que a minha alma precisava de saber o porque de ela estar aqui, perante mim, o porque de me procurar.

passei a mão pelos seus cabelos:

- Eu sou o Bill - sorri, senti-me ridículo.

Ela sorriu de volta, e meus olhos por instinto não deixaram se olhar o seu sorriso até desaparecer.

-Joan- ela sussurrou.
Então eu a abracei, por agora era só o que necessitava saber, aninhei nos na cama, ela parecia confusa, e eu sabia porque.Olhei-a:

-Quero dormir contigo nos meus braços, tenho urgência em sentir-te perto- fechei os olhos e passei a minha mão no seu rosto, e memorizei cada traço, cada textura,- teremos tempo para demonstrar o que sentimos- teremos a vida toda, pensei .

Ela salvou-me da solidão em que estava, quero que tudo seja perfeito, que tudo seja meu e teu, talvez o mundo.



x





Se eu fosse um dia o respirar-Capitulo 4- Who you are


"Don't lose who you are in the blur of the stars
Seeing is deceiving, dreaming is believing
It's okay not to be okay
Sometimes it's hard to follow your heart
Tears don't mean you're losing
Everybody's bruising
Just be true to who you are"
[/color]


Bill's (POV)

Como ela era angelical, revolta no seu sono profundo, desviei a minha atenção daquele corpo macio e quente, os meus pés tomaram contacto com o chão, caminhei para o banheiro, abri a agua que saia quente, harmonizador.

Voltei a sentir o seu perfume no quarto e peguei-a nos meus braços, quando os seus olhos abriram vi que não eram cor de mel, mas sim de um azul que me inundava num paz abrasadora, tive a certeza que a queria ao meu lado, o seu olhar dizia-me o mesmo, caminhei para a banheira, beijei seus cabelos:

-Bom dia : ) - sorri como se esperasse o mesmo em retorno.
-Bom dia Bill- passou a mão no meu rosto
- Dormis-te bem?
- como não haveria de dormir- sorriu, por fim- se passei a noite a olhar-te, como és belo a dormir - senti suas bochechas rosarem e sorri de imediato, deixando-a pisar o chão.
passei minhas mãos em seus braços, queria ter a certeza que não estava sonhando.
- Joan- sussurrei- parece loucura, mas eu amo-te- continuei- eu amo-te....eu amo-te.
e os seus lábios tocaram os meus, estavam desesperados por aquele toque, pelo seu sabor.

Lentamente retirei a minha t-shirt do seu corpo, encostei-a a mim, sentindo suas curvas, as minhas roupas desapareceram para o chão , e saboreamos a agua quente da banheira, ficamos deitados em silencio por algum tempo, acho que ambos pensávamos no que viria a seguir, passei a ponta dos meus dedos por suas costas, sentindo uma textura invulgar, os seus olhos mudaram de expressão, mas nada poderia estragar este momento, beijei suas mãos
ela levantou-se perante mim e puxou-me, o meu corpo empurrou-a contra a parede fria e assim tomei seus seios na minha boca ao que ela respondeu arfando de prazer e como a ver assim me dava gozo,ela puxou meus cabelos mas eu não me permiti e desci seu corpo, beijo seu umbigo e minha mão segue caminho, ela seria minha, acariciei o seu intimo, não era nada de novo para mim, mas tudo me parecia diferente.

Os meus dedos húmidos pela agua facilmente se introduziram dentro dela, os gemidos ecoaram a casa, ela gemia por mim, desejava-me tanto quanto eu,

a minha língua percorreu o seu clitóris ,meus cabelos foram puxados com força e saiu de sua boca como um grito, o seu sabor era agora o meu.

levantei meu corpo, como me sentia no auge da minha excitação, ela sentiu o mesmo, pegando com suas mãos pequenas o meu membro, arrepiei-me com seu toque, movimentou sua mão, sentia o seu olhar repousado nele, mas não sentia vergonha.
Massajava seus seios com desejo, e minha língua fez o resto para que ela voltasse a gemer.

Olhou nos meus olhos:

- quero ter-te na minha boca.

descendo mordia minha pela, por fim agarrando a base do meu pénis, mete-o na boca, fiquei zonzo, como se por mim um furacão tivesse passado.

os meus impulsos perderam o controle, peguei seus braços e puxei-a para mim, ela sorriu, tinha cara de safada.

rodou seu corpo e levantou uma perna rodeando a minha cintura, com suas próprias mãos introduziu o meu membro quente e completamente erecto dentro dela, como era bom senti-la, lentamente retirei-me dentro dela e deitei-me, senti ser novamente engolido pela sua intimidade, não controlei o gemido , seus cabelos roçavam meu peito, eu encarei seus seios enquanto ela se mexia sobre mim, e a sua velocidade me deixa fora de controle, olhava-me mordendo seu lábio.

- Você e tão grande Bill- gemeu.

Senti o meu corpo em erupção, deitei-a de imediato e continuei num ritmo frenético, segurando um dos seus braços para controlar seu corpo, sussurrando pedi que ela gemesse alto para mim, fez-lo de imediato, ela contorceu-se quando lhe toquei no ponto G, mais algumas investidas eu me viria em seu corpo
Como o meu coração estava acelerado, minha respiração parecia querer sufocar-me, deitei-me junto dela e ela apenas me beijou.

Eu sorri encarando seus olhos, ela levantou-se deixando me relaxar na agua morna, olhei-a:

-Me chega a toalha meu bem.

Minhas lágrimas rolaram o meu rosto, quando Joan voltou de costas para mim, as texturas que mais cedo havia sentido era várias cicatrizes que suas costas albergavam, cicatrizes horríveis que pareciam ser feitas com um chicote e outros com facas.

-Joan- minha voz falhava- que aconteceu - levantei-me pegando seu braço, fazendo seus olhos olharem os meus-com...as tuas costas- sentia-me assustado com o que a sua resposta poderia me magoar.


"Remember those walls I built?
Well, baby they're tumbling down
And they didn't even put up a fight
They didn't even make up a sound

I found a way to let you in
But I never really had a doubt
Standing in the light of your halo
I got my angel now"

Se eu fosse um dia o respirar-Capitulo 5- Halo





Senta-mo-nos no chão, não senti o frio, porque eu próprio me sentia gelado.
Os olhos dela não tinham expressão, mas ela olhava-me
-Bill- o meu nome foi quase inaudível- a minha história é longa...
- mas eu quero ouvi-la- minha mão pegou seu queixo- eu quero ouvi-la.
Ela passou a mão na minha- A minha mãe me abandonou quando fiz 7 anos, e como é suposto uma criança viver sem mãe? Como era suposto eu sobreviver? Não encontrei rumo, a minha mãe até então vivia com um namorado, o "sustendo"dela, como ela própria dizia, eu chamava-lhe de monstro, porque ele obrigava a minha mãe a prostituir-se e quando eu lhe contei que ele tentou despir-me a minha mãe disse que eu estava louco,mas eu não estava ,não estava- suas lágrimas desceram o seu rosto- não estava....as memorias são tão presentes...

#
-Tira de uma vez a roupa garota!- os gritos ainda estão presentes na minha cabeça, a voz grossa ecoam em mim.
#

- foi a primeira vez que ele me bateu- sussurrou- com um chicote, disse que eu era o seu animal, minha mãe não aguentou com encontrou ele me cortando as costas com uma faca, queria obrigar-me a - suas mãos taparam seu rosto- eu era apenas uma criança Bill.

Abracei-a , o meu corpo apenas tremia:
- Vai ficar tudo bem , eu estou aqui agora, protego-te. Juro.
-Minha mãe achou que sozinha iria ser mais feliz, ela escolheu o meu destino, e como foi triste o meu destino, passei fome, passei sede, mas Bill- Olhou-me- passei a ter o meu destino nas minhas mãos, eu encarei a vida de frente-sorriu- e olha onde estou agora, com a pessoa que amo.
eu te conheci num restaurante, provavelmente não te lembras de mim, entras-te com o teu irmão e eu servi-te, era meu primeiro dia de trabalho...
- deixas-te cair os talheres- completei, como seria possível esquecer, ela estava tão nervosa, nunca vi seu rosto, estava tapado pelo chapéu de sua farda.
- e tu ajudaste-me, quando tocas-te minha mão eu senti-me viva ... quando encontrei a tua música... a minha alma renasceu, ergui-me e reconstruí a minha vida- sorriu- a gravidade esqueceu-me...e eu voei.


"I'm trying to tell you
I'm trying to know you
I'm dying to show you
Fighting to get you"



Se eu fosse um dia o respirar-Capitulo 6- Your attention


O violento som do meu telemóvel assombrou aquele momento, peguei-o do bolso das minhas calças que repousavam no chão:

-Hallo, David, was passiert? - respondi de imediato, era o David, amanhã partíamos para outro ponto da turnê-Ja, du hast recht- completei- das wichtigste ist die sicherheit der Fans und unserer, natürlich. - desliguei.
-Amanhã partes a que horas- passou a mão no meu rosto
-Não iremos partir, na verdade. Alguns dos pavilhões que iamos atuar não estão em condiçoes para assegurar a segurança das fãs, adiamos a tour durante um mês.... já sabes o que isso significa? que me vais aturar muito - Sorri.


#Foi o mês mais perfeito da minha vida#
-FlashBack-

O sol brilhava tão intenso sobre a sua pele, como era pálida, mas a sua beleza era revelada por isso mesmo, beijei o seu ombro, a minha língua percorreu as linhas do seu pescoço, tínhamos vivido as primeiras semanas do nosso amor e eu preocupava-me em afastar os seus medos, os medo do homem que a deixou sem infância.

Ela abriu os olhos, acordara, eu continuei a lamber o seu pescoço, adorava provoca-la e vê-la ceder a mim, as minhas mãos percorreram a sua cintura, encontrando o seu intimo, não a toquei e de imediato ela suspirou, mas o suspiro foi curto seguido de um grito , quando a penetrei sem avisar, os meus cabelos foram puxados e as suas costas roçavam o meu peito, pus a minha mão sobre sua boca abafando os gritos de prazer, o meu membro encaixada perfeitamente nela e eu sabia o quanto ela queria sentir-me, gemia ao seu ouvido de forma suave.

virei o seu corpo para a cama, ficando com as costas viradas para mim, voltando a entrar nela, agarrei os seus cabelos e voltei a tapar a sua boca, ela revirou os olhos de prazer, sorri.

Movimentava-me lentamente dentro dela, até tocar o seu útero,a minha mão que tocava suas ancas levantou-se dando uma leve palmada no seu rabo, ela gritou, sendo abafado pela minha mão.

Continuei os movimentos dentro dela, ambos chegamos ao auge, arrepie-me e contorci o corpo, gemi pela última vez.


[\]


Mas este mês passou rápido, para ambos.

Exigi que Joan Ficasse durante estes dois meses que iriam fazer parte da tour, na minha casa em Londres, ela acabou por aceitar, até porque Scotty necessitava de ter alguma companhia.


"This is the last time
'Cause you and I
We were born to die"

Música: Born to die

Se eu fosse um dia o respirar
Capitulo 7 - Born To Die


Joan (POV)

Fazia um mês que Bill tinha partido, meu coração estava dividido em 2 partes:
Felicidade por ele esta a viver o sonho dele
Tristeza por acordar e não ver o sorriso dele.

A casa parece-me enorme agora, tão vazia.

Ele ligava-me todos os dias, hoje ainda não o fez, e a mim me parece que as horas se arrastam, ando pela casa como um fantasma, sem apetite de nada, tudo aqui tem o cheiro dele, tudo aqui ecoam o seu nome, o seu riso, tudo aqui é ele, e eu estou feliz aqui,mas não tão feliz como se tivesse aqui com ele.

Sento-me no sofá, acabo por suspirar, ligo a tv sem muita vontade de a olhar, mas a esperança de poder vê-lo lá, em alguma entrevista ocasional despertou-me atenção, parei no canal nacional de noticias.

As imagens da noticia que esta agora a passar á minha frente é-de assustadoramente familiar, é o orfanato onde cresci, no chão do pátio onde costumava brincar é agora um buraco de terra, fiquei atenta á noticia:

" E o que menos se esperava aconteceu, no Orfanato local foi encontrado um corpo, especula-se que há mais de 10 anos aqui enterrado, o corpo foi identificado como sendo feminino, não tem família com que as autoridades pudessem contactar, mas deixamos aqui uma foto da mulher que sofreu este crime ultrajante"


O meu corpo deixou de ouvir, de estar presente...
minha mãe, minha mãe era aquele corpo, a mulher que procurei toda a minha vida para lhe dizer que tinha meu perdão estava a mais de dez anos em baixo do chão que tantas vezes pisei em criança, as lágrimas não tinham medida no meu rosto, mas....a revolta tomou conta de mim,aquele monstro destruiu a minha família e matou a minha mãe, tenho a certeza que foi ele o culpado pela morte de minha mãe...ele não merecia viver,... não pensava direito... precisava de Bill para ficar sóbria.

Levantei-me, a custo, minhas pernas ainda tremiam, não sentia o chão, julguei que ia desmaiar ali mesmo, mas mantive-me forte, saí deixando a porta fechar-se atrás de mim, queria caminhar sem destino, como toda minha vida fiz.

a noite já pesava, e apenas as criaturas da noite se ouviam, caminha pela estrada, não sabia onde estava, não me importava.



Minha boca foi tapada, as mãos eram fortes e calejadas ....eu senti aquilo algures em minha vida...


era ele...o monstro...


ele voltou...

tem-me em suas mãos...


Bill, onde estás...


eu preciso de ti....



eu preciso de ti....
o meu pensamento corria desesperado.



" Eu e tu...nascemos para morrer" - foram as ultimas palavras que ouvi, olhei sua cara...era ele...o barulho de uma pedra a bater a minha cabeça e a dor frenética que me provocou ....foi a ultima coisa que me lembro....


x


"You shoot me down but I won't fall
I am titanium"



Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 8 -Titanium



Joan(POV)


Os meus olhos lutavam para focar a criatura que estava perante mim, mas as lágrimas corompiam a minha visão.
ele estava ali, perante mim, olhando-me, sem uma unica palavras dizer, senti todas os ruturas e falhas do ser humano.
Leventei a cabeça, procurando saber onde estava, era novamamente aquele cheiro, aquelas recordações tão breves...
mas tão felizes, estava na casa de Bill, fui afastada para a minha propria morte no meu ninho de amor, irónico.


-È-te familiar este lugar- sorriu ironico.
- Por favor- sussurei- me deixa ir, eu não denunciarei que você está em Londres.
- continuas com o mesmo rosto - passou a lámina da faca no meu rosto- tão lindo, como quando era criança, mas o seu corpo já não é o mesmo- rasgou a minha camisa, gritei:
- Porco, me larga, me deixa, você matou minha mãe.....não será sofrimento que chegue, tudo o que você nos fez?
-nunca será suficiente- ele continuava me encarando
"-Não...você não pode...porque está fazendo isto comigo? ...abandonar-me...sem ninguém..sem comida...sem caminho por onde seguir...porque voltou agora, agora que eu tenho quem corresponda ao que eu sinto....agora que estou feliz...- sentia-me desesperada, não conseguia gritar mais, e por muito que a voz de Bill na minha cabeça me disse-se para não desistir, eu estava- me perdoa amor- sussurrando, querendo que por mais mudo que fosse o meu grito , ele me ouvisse.
-Você me condenou a isto criança- sua voz continuava grossa como ainda me lembrava - você deveria ter sido minha quando teve oportunidade, mas decidiu jogar de boba, sua mãe foi só uma amostra do que eu te posso fazer....do sofrimento que vai passar...- riu alto, deixei minha cabeça cair

- me mata logo de uma vez....
- será lentamente ...como com sua mãe- e aquele riso voltou a ecoar a sala da mansão Kaulitz.

Pegou meu corpo, desatando-me da cadeira, subiu lentamente as escadas, eu senti que iria ser a ultima vez que tinha o cheiro de Bill tão presente.

Entrou puxando meu corpo, olhei em volta, estamos na casa de banho privada do quarto de Bill,ouvi a água a correr para encher a banheira.

Os meus sentimentos congelaram, não queria sentir mais, nem ouvir mais, mentalmente me despedi de Bill, sorri.

O meu corpo, nu , foi mergulhado na água, não sei dizer se estava fria ou quente, senti o dessespero subir o meu corpo quando senti algo frio no meu pulso, não abri os olhos

senti o sangue deixar o meu corpo,
a alma acompanhava-o,
eu já não estava mais com ele,
ele haveria de ser feliz sem mim



#


Bill (POV)

Iríamos regressar a Londres para um concerto e eu finalmente iria voltar a te-la em meus braços, Tom sabia o quanto estava empolgado.
Tom: você ligou a disser que estamos regressando?
-Não, eu quero fazer uma surpresa- sorri de imediato- estou feliz Tom, encontrei alguém depois de tanto tempo e -
Tom: por isso Bill, eu todas as noites levo alguém para meu quarto, para não ficar lamechas como você e assim Tomzinho fica com exercício feito, ou acha que este corpo de Deus Grego vem dá onde , maluca.
Ergui a mão com se quisesse bater-lhe, ele gritou- estou conduzindo, moleque.
rimos, como sempre.

Os portões abriram , e nessa altura eu julguei que Joan já estaria correndo para mim, mas ela não veio.

A porta principal estava aberta, Scotty estava lá, paralisado, tentei dar-lhe carinho, mas ele afastou-se para trás, Tom pegou nele:
-Que passa meu cachorrinho? onde está Joan? você agora é o macho da casa , tem de tomar conta da menina, seu rapagão.

Entrei , vendo a claridade da casa, como se alguém tivesse adormecido com todas as luzes ligadas, sussurrei o seu nome, mas sem resposta, subi as escadas entrando no meu quarto, vi suas roupas no chão, espalhadas como se houvesse pressa em tira-las:
- Joan? amor, você está aqui? - disse mais alto, olhei então minha porta da casa de banho , esta entre aberta,vi que as luzes estavam acesas,aproximei-me- amor? você está ai?


"All I ever wanted was for you to know
Everything I do I give my heart and soul
I can hardly breathe
I need to feel you here with me
When you're gone
The pieces of my heart are missing you"


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 9 -When you're gone








Bill (Pov)


Aproximei-me da porta entreaberta, os meus olhos arrastaram em pormenor o chão coberto de água que tinha tons encarnados, vi sua mão estendida como se pedisse ajuda, aproximei-me, meu corpo queria gritar, meus pés ficaram encharcados com a água, juro que o meu coração parou naquele momento, ao ver Joan coberta pela água, com os seus pulsos cobertos de sangue toda aquela água tinha a sua cor, peguei um dos seus pulsos ensanguentados vendo cortes fundos, então minhas lágrimas confirmaram o meu desespero.

ajoelhei-me perante aquela imagem e gritei, não sei o que esperava com aquele grito. talvez acordar deste pesadelo.

Senti o meu corpo ser puxado, abraçado.
Tom: óh meu deus...o...o que aconteceu Bill- encarou-me- o que aconteceu? v..vamos vamos chamar a ambulância- senti-o afastar-se de mim e repousar os dedos no pescoço de Joan- rápido, ela ainda esta quente, ainda respira, Bill? Bill? - pega minhas mãos- Temos de a salvar- eu queria poder agarra-la e leva-la comigo, sarar suas feridas, mas meu corpo não me respondia.
Tom pegou no telemóvel e ligou para o hospital mais perto, eu me aproximei, vendo seu lábio tentar chamar meu nome.
- Eu estou aqui, eu estou aqui - minha mão cobriu seu rosto- cheguei tarde de mais...mas ..eu estou aqui- a minha voz falhou, mas meu corpo respondeu pegando-a daquela água gelada e tapando seu corpo com uma toalha- Tom, vamos, não podemos ficar aqui esperando, vamos no seu carro...não vou deixar ela morrer nos meus braços.
corremos, como se a nossa vida dependesse disso, para mim dependia.

Durante o caminho as perguntas assombravam minha cabeça, teria Joan feito isto a ela mesma? como poderia ela magoar-me desta maneira? eu não a iria perder,
toda a agitação do hospital me deixou nervoso, os médicos de imediato a levaram e agora era apenas eu e Tom naquela sala de espera infernal, tudo ali me parecia infernal, tudo agora me parecia infernal, sem ela ao meu lado.







"You'll never leave me
I wish i could have another minute,
To finish this fairytale.
Hear your voice and get lost in it
You'll never leave my life
My shadow, my shadow"


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 10 -My Shadow - Parte |




Pela primeira vez sentia os meus sentimentos serem sofucados, não aguentava mais...eu necessitava gritar, de alguma forma, eu necessitava de gritar o que tinha preso em mim, peguei minha mala , encontrei o meu antigo caderno de músicas, rapidamente abro numa folha vazia

"È assim que me sinto, vazio"

Comecei a desenhar letras naquela folha, deixando os sentimentos escaparem naquele pouco de tinta, disse tudo o que queria estar agora a dizer ao seu ouvido:


"Você nunca vai me deixar
Eu gostaria de poder ter mais um minuto,
Para terminar este conto de fadas.
Ouvir a sua voz e me perder nela,
Porque tudo que eu tenho são pequenos detalhes
Você é meu mundo e tudo nele, então você desaparece.
Eu não vou dizer que é mais, porque você está ainda aqui.

Você é a minha sombra, minha sombra, eu sei que você está perto
Minha sombra, minha sombra, você está em todo lugar que eu vá
Então eu não vejo necessidade de chorar, porque,
Você nunca vai sair da minha vida
Minha sombra, minha sombra

Você nunca vai me deixar

Não vou esquecer, vou sentar e relembrar,
Dizer pra todos os nossos segredos.
Ter você de volta seria o meu único desejo
Afinal, eu juro que você não vai se sentir sozinha,
As batidas do meu coração estão batendo como se ele fosse feito de pedra.
Me preencha de novo,
Estou quebrando, veja, estou tremendo, mas eu sei que você está esperando,
Minha sombra, minha sombra, você está em todo lugar que eu vá,
Então eu não vejo a necessidade de chorar, porque você nunca vai sair da minha vida.
Minha sombra, minha sombra

Você nunca vai me deixar

Por favor nunca me deixe."



Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 10 -My Shadow - Parte ||



Fechei o caderno, e com ele os meus sentimentos, parte deles ficaram presos naquela folha, mas ficaram sobrando alguns:
. tristeza, a raiva, a necessidade de a abraçar, sentir novamente seu cheiro, olhar seu rosto e imortalizar seu sorriso. Olhei minha mão, fechando os olhos lembrei quando memorizei seu rosto com meus dedos.

Tom sentou-se a meu lado, eu sabia como nestes momentos ele queria ser o meu apoio, ele o era.

Tom: Bill.. eu trouxe agua para você, sei que comer você não quer, pelo menos bebe um pouquinho - eu bebi, meu estômago esta como um nó, ao contrário de minha cabeça que girava.


Olhava a janela, já algum tempo, horas já haviam passado, e eu aqui preso sem uma única noticia.

Tom: Bill, faz 5 horas que você está olhando o nada aí, vem senta aqui.
Não consegui encarar meu irmão, e todos meus pensamentos foram interrompidos pela voz do médico:
-Bill Kaulitz?
-sim. doutor como está Joan? por favor... -minhas lágrimas voltaram a meus olhos
-Joan está em perigo,Nada fazia prever que ela perdesse tanto sangue, ela pode estar a respirar pela última vez...Lameto. Ela chegou a nossos cuidados com muitos maus tratos, não consigo nem explicar como ela ainda está viva, talvez se a tivessem trazido um pouco mais cedo, a perda de sangue não seria tanta...
-A culpa é minha- gritei, o desespero consumia-me
Tom: a culpa não é sua Bill, não seja bobo, ninguém teve culpa...você me estava ouvindo?
Médico: eu irei manter-vos informados, agora seria melhor irem para casa e voltar amanhã.
-Não, não .. eu quero vê-la...por favor
Médico: ela esta a ser sedada para ser operada, é melhor irem para casa, tomar um banho e trazerem roupa para ela, se ela necessitar, aqui só estarão a atormentar-vos e não conseguiram descansar.

Contra minha vontade voltamos a casa, Tom jamais me deixaria pernoitar lá, sabia que eu seria capaz de uma loucura.
Durante o caminho, nem eu nem TOM falamos, não era necessário, ambos falamos por pensamento.

Subi novamente as escadas.

o meu quarto me parecia um cubo de gelo, vi a água ainda no chão da casa de banho, aproximei-me com minhas lágrimas percorrendo minha face agora, encostei-me na parede e deixei meu corpo cair, cobri minha cabeça com os meus braços, queria acordar, isto é um pesadelo, quero acordar.

Tom (POV)

Nada fazia sentido, como pode isto acontecer, Joan havia-se tornado minha confidente, eu sabia o quanto ela amava meu irmão, não havia razão possível para ela tentar o suicídio.
Olhei o relógio, marcava 4h da manhã, levantei-me, Bill deve estar a dormir, pelo silencio que vem do seu quarto, abri a porta, as luzes ainda estavam acesas mas ele não estava na cama, ela nem sequer estava aberta, entrei vendo meu irmão sentado no chão, coberto da água e sangue que havia no chão, olhava um ponto fixo, sentei-me ao lado dele.
- Ela vai ficar bem Bill, logo estará aqui, ao seu lado.
Bill: ela não faria isto Tom... você entende? alguém esteve aqui, alguém a magoou...eu quero que ela acorde, quero que...quero que ela acorde Tom.
Nesse momento eu daria minha vida por meu irmão, para o ver sorrir novamente, eu trocaria o meu lugar com ele


Bill (POV)
A noite pareceu-me dias, não me sentia cansado, não conseguia dormir, Tom desceu dizendo que ia fazer algo para jantar-mos.
Levantei-me, minha roupa estava coberta por agua, na verdade não me importei, abri a banheira deixando a agua desaparecer, o seu sangue continuava em pequenos vestígios bem visíveis.
Passei agua neles, queria que aquilo tudo desaparecesse, que não fosse verdade.
Apanhei suas roupas do chão.
Tom entrou nesse momento no quarto
Tom: Bill, você não precisava arrumar isso, eu o faria.
- temos de enfrentar a realidade Tom, e não consigo dormir- peguei a camisola de Joan no chão, estava rasgada, nesse momento as certezas vieram á minha cabeça, e meus olhos ficaram turvos, ele esteve aqui, dentro de minha casa, ameaçando a minha felicidade...quase a destruiu.
Eu necessitava mais do que tudo abraça-la, dizer-lhe que estou aqui, que jamais a voltarei a deixar sozinha.- quebrei minha promessa Tom.
Tom: você não teve culpa.
- você não está entendendo, ele esteve aqui, ele lhe fez isso, tentou tirar-la de mim Tom, e eu não estava aqui quando ela mais precisou de mim, eu falhei a minha promessa.
Tom abraçou-me, tenho a certeza que ele estava a chorar.

Tom(POV)
Abracei-o acreditando que isso o faria sentir melhor.
Sei que por muito que lhe diga que tudo vai correr bem, eu tenho tanto medo quanto ele, mesmo que seja um sofrimento mudo.


"You see my soul,
I'm a nightmare,
Out of control,I'm crashing
Into the dark,
Back to the blue,
Into the world of our cocoon
You're the sun and I'm the moon,
In your shadow I can shine”

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 11 -In your shadow i can shine
Parte |


[Bill]

Aquele hospital me parece o inferno, e só procurava a entrada do ceu ali, queria ver o anjo que estava ali aprissionada.
Subi as escadas até á sala de espera, o médico chamou minha atenção:
- A operação correu bem e conseguimos o tipo de sangue da paciente, tudo indica que ficará bem.
Voltei a sorrir- posso vela doutar?
-Esta no quarto 501, no 4º andar, ela estava a dormir quando sai.

Joan (POV)

Foi como o meu passado estivesse novamente marcado no meu corpo,
E o presente nunca tivesse existido,


Bill estava no baloiço, sorria, como sempre fazia quando me via, caminhei para ele.

Não era para mim que sorria, então ela se aproximou, sua figura deixava-me nervosa, era alta, como se de uma escultura humana se tratasse, seus cabelos loiros esvoaçavam com o vento, os braços que outra hora me abraçavam, estavam agora em volta de seu corpo, e seus lábios juntaram-se, Bill não era meu, agora pertencia-lhe.
Mas como foi isto acontecer, há um mês atrás ele jurou nunca me deixar, ser meu até que a morte nos separa-se, seria isso?
Eu estaria morta?
Toquei meu corpo, tudo me parece tão real, olhei minhas mãos, era real?
Aquela imagem de Bill com outro amor, seria real?
O nome de Bill foi prenunciado, e eu segui a sua voz, era uma menina,de vestidos cor de rosa, os seus passos era pequenas, mas corria para Bill, chamava-o de pai.
Bill tinha uma filha?
Ao longe Tom aproximava-se como se corresse atrás da menina.
-Papá? Papá, Ele apanhar eu, papá.
Tom: é bom você correr mocinha, titio vai apanhar você e devorar.
Eles pareciam felizes, Tom sorria e o brilho nos seus olhos era vissivel, tal como Bill, que abria agora os braços para a pequena:
-Papá não deixa, sai seu monstrinhos das bolachinhas, esta princesa é minha.
Olhei em volta, aquele lugar era-me desconhecido, como eu vim aqui parar?


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 11 -In your shadow i can shine
Parte ||




Bill (POV)
Lá estava ela, tão angelical, como a primeira vez que acordei e a vi deitada a meu lado.
Passei a mão no seu rosto, finalmente tinha certeza que a minha memória de seu rosto estava certa.
Sentei-me a seu lado, apenas a fiquei olhando, tinha de ter a certeza que ela não saia do meu lado.
Joan (POV)
Eu continuava ali, naquele sitio desconhecido, sem ter a certeza do quão real aquilo era,
Dei um passo em frente:
-Bill?
Ele me olhou.
-Olá, eu ..conheço você?
-Bill sou eu , meu amor, você….
-Me desculpa, você está perdida ou assim, eu posso ajudar você?
Afastei-me, isto não podia ser real, tudo o que passamos juntos.
Ele não se lembrava de mim.

Bill (POV)
O seu rosto mudou de feição, como se estivesse a correr de algo, deveria estar a ter um pesadelo, levantei-me da cadeira e encostei meus lábios os dela, senti os seus olhos abriram,por fim ela suspirou o meu nome.
- estou aqui meu amor.
- Mas você, sua filha- olhava-me assustada- onde eu estou?
- no hospital, eu e Tom trouxemos você para aqui.
Ela olhou em volta:
- estava tendo um pesadelo tão ruim, como se você desaparecesse para sempre.
- Nunca- voltei a beija-la, deitei ao seu lado, como uma criança faz com quem ama- joan- peguei sua mão- fala para mim, que aconteceu?
Ouvi sua história, e continuava culpando-me de a ter feito passar por isto, jurei perante seus olhos cobertos de lágrimas que jamais a deixaria correr um risco como este, simplesmente me abraçou.
-Eu estarei sempre do seu lado, não precisa chorar mais, eu estou aqui… a seu lado.
-Bill eu senti que perderia você para sempre, e você não imagina como me fez sentir pensar que nunca mais veria o seu sorriso

Ela veria o meu sorriso por muito tempo, porque ao lado dela o tempo poderia ser infinito.

#
Passaram alguns dias, e antes de Joan sair do hospoital, eu e Tom decidimos que estaria na hora de mudar para L.A e escolher lá uma casa.
#




Teaser:

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 12 -We found love in a hopeless place


"And we're standing side by side
As your shadow crosses mine
What it takes to come alive
It's the way I'm feeling I just can't deny
But I've gotta let it go
We found love in a hopeless place



"-Como assim, somos irmãos? você está doido?...eu fui abandonada em criança, como você poder ser meu irmão?
-Eu dei sangue para você sobreviver...
-Isso faz de você meu irmão?
-Não, porque meu sangue já corria em você"


Atenção: Conteúdo sexual EXPLICITO

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 12 -We found love in a hopeless place


"And we're standing side by side
As your shadow crosses mine
What it takes to come alive
It's the way I'm feeling I just can't deny
But I've gotta let it go
We found love in a hopeless place"



Bill (POV)

Joan parecia recuperada, e nesse dia mesmo viajamos para L.A
Tudo era novo , e acima de tudo senti que esta cidade seria para nós um novo começo, Joan havia passado por muito, fazia-se de forte apenas isso.
Queria que ela se distrai-se e tenho certeza que Georg e Gustav poderiam ajudar nisso, são nosso amigos e confidentes há anos, conhecia-os tão bem como conheço Tom, e por isso mesmo quando vi Georg reparei no seu semblante carregado como se não tivesse dormido.
Tom foi logo entrando com as suas piadas, mas ele encarava Joan sério:
-Posso falar com você por um minuto Joan?
Joan olhou-me por um minuto e consentiu com a cabeça.

Joan(POV)

Ele era alto, para mim seu rosto me fazia lembrar alguém.
Ele me chamou, mas fiquei sem entendendo nada.
-Georg- falei com a voz colocada.
-Não fala nada, porque o que eu tenho para te dizer é importante- continuei ouvindo-o- Joan, eu procurei você por muito tempo e foi o destino que acabou por nos juntar- vi-o remexer o bolso- Lembra?
Eram dois muidos agarrados, não estava a entender onde ele queria chegar.
-Não…me desculpa mas
Georg: somos nós- ele interrompeu- Ela abandonou você , mas primeiro havia me abandonado a mim, antes de você entrar no orfanato eu fui adoptado, quando voltei te buscando, você havia fugido.
Achei toda aquela conversa umas conversa de tolos:
- Como assim, somos irmãos? você está doido?...eu fui abandonada em criança, como você poder ser meu irmão?
-Eu dei sangue para você sobreviver...
-Isso faz de você meu irmão?
-Não, porque meu sangue já corria em você"
Georg pegou minha mão: eu não vou deixar ele voltar aproximar de você.
Eu tinha o meu irmão, e senti que ele me iria proteger de qualquer que fosse o perigo, porque é isso que os irmãos fazem, as vezes encontramos o amor em lugares vazios.

#

Bill (POV)
A casa talve fosse demasiado grande para três pessoas, mas hoje estaria cheia, Georg e Gustav estariam a passar cá a noite.
Obviamente deixei a noite para que Georg e Joan se conhecessem melhor, para nós foi um choque ou talvez uma partida do destino.
Georg parecia empenhado em recuperar todo o tempo perdido com sua irmã mais nova, ou melhor que lhe tinham roubado, mas eu via em seus olhos que ele procurava vingança por quem o havia feito: o seu padrasto.

A noite acabou por se tornar longa, as conversas pessadas.
Subimos cada um para seu quarto.
Joan- amor, o nosso quarto ficou perfeito- sorriu, e como eu sentia falta de ver aquelo sorriso.
-Eu escolhi as tuas cores favoritas- confessei- vem cá- peguei sua mão e abri as janelas que davam acesso á varanda- foi por isso que eu escolhi este quarto- perante nós a luz da lua era desenhada sobre as ondas do mar, e as estrelas pareciam colocadas nos seus lugares como se de um quadro se tratasse, ela beijou os meus lábios, pedindo que me entregasse a ela.
deixei cair o meu casaco no chão, sem provocar barulho algum, e as minhas mãos agararam as suas pernas , envolvendo a minha cintura, caminhei entre os seus beijos, sentando-a no beiral da varanda.
os meus dedos entrelaçaram o seu cabelo puxando-o, aproveitei a exposição do seu pescoço, beijei-o e mordi-o, senti o quão apetecivél sua textura era naquele momento.
Ela enredada pelo prazer levou a mão ao meu cinto, opos-me agarrando suas mãos e prendendo-as, seria eu quem a iria comandar esta noite.
Com uma mão rasguei a sua camisa, cor de carmim, os seus botôes perderam-se no chão,arrastei o seu corpo novamente para o chão, ficando com seu corpo na minha frente, ainda prendendo as suas mão encaminhei-a pela casa, passava as mãos nos seus seios, por vezes ouvia seu gemido
- shh- sorri- ou eles vão ouvir.
Ela engoliu em seco, enconstando a cabeça no meu ombro, eu fechei os seus olhos, parando de caminhar, virei o seu corpo colando-o no meu, beijei seus lábios.
Atirei os nossos corpos para a piscina e a água rapidamente mergolhou nos subermegiu, mas nada nos fez parar de nos beijar,passei os meus dedos no seu rosto, seus cabelos pareciam voar naquela agua tão cristalina.
Ela agarrou minha mão levando me á superficie, olhei seu rosto molhado, ela sorria para mim, mergulhei novamente tirando sua saia, beijei a sua barriga, ela puxou meu cabelo, arranhei suas pernas como resposta, ouvi seu riso e encarei-a
- Você vai ser minha, aqui mesmo.
Joan: vou- provocando tirou sua roupa intima deixando -a flutuar na água, perante meus olhos.
- Se eu disser que não, você vai implorar para que eu - aproximei de seu ouvido- entre em você vezes sem conta, até perder a respiração, você vai querer gritar meu nome, sua pele vai arrepiar cada vez que me minha lingua enconstar nos seus seios, porque você...já é minha.
Afastei-me, deixando corrompida pelo prazer que minhas palavras provocaram.
Joan- Bill- eu quase gritou- não me deixa assim.
Eu sorria continuando a afastar-me, ela queria provocar-me? Eu sei fazer isso melhor que ninguém, ela iria implorar. senti as suas mão agararem a minha cintura:
Joan: amor, nao faz isso não- cheirou meu pescoço.


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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 6:10 am

Poste maaaaaaaaaaaaaais, tá muito legal. :3
Adoro essas revelações no meio da fanfic.
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 6:20 am

Atenção: Conteúdo sexual EXPLICITO

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 12 -We found love in a hopeless place


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As your shadow crosses mine
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It's the way I'm feeling I just can't deny
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We found love in a hopeless place"



Parte ||


Bill (POV)



Olhei seu rosto, tirando toda a roupa que me cobria, sai da piscina, deixando os seus olhos olharem todo o meu corpo, peguei o champagne que descansava sobre a mesa, enchi dois copos, senti os seus passos atrás de mim, encostou o seu corpo ao meu, entreguei-lhe um copo, ao qual ela respondeu bebericando um pouco.
Encaixei os meus lábios no copo para beber, mas Joan antecipou-se, deitando todo o seu champagne em seu corpo, sabia o que ela pretendia e acabei sedendo, minha lingua seguiu os recantos daquele corpo, a sua pele arrepiada.
De novo nossos corpos se encontraram, beijei seu rosto , pegando-a no meu colo, voltei a mergulhar nossa paixão em água fria.
Dentro de água voltamos a ser apenas um, a junção de dois corpos que equivalia a junção de duas almas, penetrei-a ouvindo seu gemido perto do meu ouvido, sussurou o meu nome, agarrei a sua perna, deixando-me mergulhar mais em seu corpo, que agora me pertencia, suas mãos demonstrando prazer agarraram a borda da piscina, acabei por agarrar sua outra perna e tendo-a assim na melhor posição.
Praticávamos um pecado lento, mas prazeroso.
olhava sua face que continha mil e uma expressoes.
Ela queria gritar, eleva sua mão no meu peito deixando-o marcado por suas unhas, sussurei de dor,mas meu corpo aumentou os movimentos, seus braços envolveram o meu pescoço e as minhas as suas ancas ajudando-as em seus movimentos, posso jurar que ficamos ali durante longos minutos, mas a mim pareceu que a eternidade havia chegado, e era a eternidade de um amor perfeito.
Puxei seu cabelo fazendo seus lábios ficarem visíveis,mordi-os, senti o seu orgasmo e os meus olhos fecharam, apressei ainda mais os meus movimentos e o seu grito tornou-se impossível de conter, minha boca deixou sair alguns gemidos , porque me satisfazia ver o prazer estampado na sua cara, quando meu auge chegou meus lábios gemeram junto do seu ouvido,

#
O sol ia alto naquela manhã. ela não estava a meu lado, desci até a cozinha, tinha o estomago vazio, Tom e Gustav tomavam o pequeno almoço.
-Bom dia- acabei dizendo alto de mais.- A joan? julguei que estivesse aqui.
Tom: não, ela saiu , não há muito tempo.
Gustav: e Georg também saiu.
- Que bom que foram passar algum tempo juntos.
Gustav: Não, o Ge saiu bem cedinho.

#
Georg (POV)
A minha saida matinal de casa, foi para evitar perguntas das quais eu não queria responder, até porque não tinha resposta, só tinha objetivo: enfrentar quem me colocou na situação em que vivi durante anos, toda a incerteza, ia ao encontro do meu padrasto.
Foi dificil enconta-lo, mas não dessisti, acabei recebendo a morada dele através de um seu amigo, menti dissendo que o procurava para reconciliar-me com ele, cheguei na boate que ele próprio geria e que montara com dinheiro que minha mãe juntou durante toda a vida, aquele lugar dava-me nauseas.
Abri a porta castanha que indicava ser a entrada, ao longe reconheci a sua estatura, vi-o falar com uma mulher, pareciam discutir, aproximava-me e vi a sua mão apertar a cara da menina....era Joan.
Precipitei-me agarrando a sua mão:
-Larga-a de imediato idiota-gritei
Joan me olhava com medo, ele riu.
Padrasto: olha só, se não é a familia reunida, também veio pedir ajudar cobarde?
- o unico cobarde aqui é você.
Padrasto: Já me chega ter sua irmão no meu pé, implorando por ajuda.
-ajuda? - que queria ele dizer com isto?
Joan: georg , chega, vamos para casa.
-Não. Você veio pedir ajuda a este cobarde? para quê joan?
Joan fugiu perante meus olhos, eu encarei aquele homem nojento:
- isto não fica assim, eu volto a encontrar-te, seja aqui, seja no inferno.

Joan(POV)
Corri até ao carro, deixando tudo para trás.
Chegando em casa, limpei as lágrimas, encarei Bill.
- Bom dia amor- sorri, mesmo não querendo, ele sorriu de volta,
senti medo de ser a ultima vez que o via sorrir, ao que parece
o Karma volta porque eu estou a sofrer sem poder dize-lo.
Eu me apaixoneide verdade

Tom (POV)
Vi Georg entrar pela porta, parecia assustado:
-aí? como foi o seu passeio matinal?
Georg: TOm? eu preciso falar com você.
-Claro, senta aqui.
Ele sentou-se, parecia-me nervoso, olhava o chão.
Georg: eu fui ao encontro de meu padrasto, e..e eu encontrei a Joan lá
- como? mas ela está aqui em casa, como pode você ter a visto com ele
Georg: calma, eles estavam a discutir, ele parecia estar a ameaça-la , eu meti-me na conversa, afastando-os e durante a nossa propria discussão ele insinuou que a Joan lhe tinha pedido ajuda. Tom, eu não sei o que pensar, não sei o que fazer.
- se acalma, ela chegou dizendo que ia dormir um pouco, Bill saiu, eu vou falar com ela, descansa irmão- passei minha mão nas suas costas levantando-me, encaminhei-me para o quarto de Joan, bati lentamente na porta.
-Sim- sua voz vinha abafada
-Sou eu, Tom, eu posso entrar?
Joan abre a porta: pode, entra.
Sentamo-nos na cama
-Joan-começei- o Georg me contou o que aconteceu... e ele está muito preocupado com você, o que se passa? você quer falar para mim?
Joan largou lágrimas sobre o rosto: você nunca me vai perdoar e Bill nunca mais me vai querer ver.


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 13 -A Beautiful Lie


"Lie awake in bed at night
And think about your life
Do you want to be different? Try to let go of the truth
The battles of your youth
'Cause this is just a game
It's a beautiful lie"



Personagens neste capitulo:
Tom Kaulitz

-Parte |

Tom(POV)

Senti que este poderia ser o momento da verdade, não me agradava ver Joan a sofrer e pior ainda saber que o seu sofrimento iria magoar o meu irmão.
Peguei as suas mãos:
-Fala para mim, o que se passa? você poder falar, o que quer que seja eu irei apoiar você.
Joan- Não tom, você nao vai me apoiar....- desviou o olhar - ah...que raios, vocês vão acabar por descobrir- levantou-se afastando-se de mim.
-O que joan? O seu padrasto volto a tocar em você é isso?
Joan: Ele sempre me tocou, isso não seria problema.

Meu rosto certamente modou de expressão, como assim ela não se importava por ele lhe tocar?

Joan: Tom... eu não apareci na vida de Bill, porque o amava- ela encarou-me, e eu nao me mexi, simplesmente fiquei paralisado- eu procurava algo mais.
- Nao entendo ...então- respondi sincero
Joan: deixa eu falar antes que eu perca a coragem...quando minha mãe me deixou no orfanato, eu julguei estar sozinha... e tinha perdido a unica pessoa que se importava comigo, meu irmão mais velho.
Quando minha mãe desapareceu-Jjoan olha a janela -eu senti-me perdida e sem saber o que fazer, era apenas uma criança, meu padrasto me levou do orfanato, vivi com ele durante todos estes anos... quando ele montou a boate eu começei a trabalhar lá, como stripper,mas os ciumes de meu padrasto de há uns tempos para cá ficaram demasiado pessados para ele, então ele me obrigou a arranjar outra maneira de lhe arranjar dinheiro.
Mas havia outra coisa no meu passado que eu nao conseguia esquecer: Meu irmão.
Para arranjar dinheiro eu trabalhei por alguns meses naquele restaurante, onde conheci você e Bill, e ouvi vocês falarem em meu irmão, fui investigar quem vocês eram e .. foi assim que meu irmão ainda estava vivo. Decidi que iria o encontrar, mas meu padrasto não poderia o saber, então eu me despedi do restaurante e cheguei na boate dizendo ao meu padrasto que tinha o plano perfeito para ficarmos milionários...
- qual era o plano?- questionei, continuava ali quieto ouvido toda aquela confissão
Joan: o plano era ...- ouvi seus soluços, parecia chorar, suas mãos taparam seu rosto- o plano era casar com Bill..Tom tenta entender bill era a unica opção que eu tinha para chegar até ao meu irmão.
-Joan, você não precisa iventar tudo isto, pode dizer a verdade.

Joan: eu não estou mentindo Tom, era esse o plano, eu casaria com Bill e ficaria com dinheiro para dar ao meu padrasto, e com isso ainda iria reencontrar o meu irmão, quando vi georg seu rosto me lembro imediato ele , apenas fingi que não acreditava logo nele , para ninguém suspeitar.
- Se isso é verdade, porque o seu padrastro foi atrás de você naquela noite?
Joan: nesse noite eu havia descoberto a verdade, minha mãe não desapareceu , meu padrasto a matou, então eu sai de casa, andei sem rumo e foi então que eu entendi o porque de ter meu estamago ás voltas quando via Bill , ou quando o beijava, eu estava apaixonada.
Nessa noite meu padrasto me encontrou, e me pediu dinheiro, eu o confrontei com a morte da minha mae, ele confessou.

Tivemos uma forte discussão e eu me recusei a voltar a fazer mal a Bill e confessei que o amava, então ele....-me olhou- você sabe...ele me queria obrigar a cumprir o plano, então me mutilou e me deixou a morrer, o seu plano era Bill me encontrar ás portas da morte e assim apressar o casamento.

Toda a raiva se juntou em meus olhos, e eu perdi por completo a visão, não estava em mim, não acreditava que ela pudesse amar meu irmão, estava apenas com medo que o Georg descobrisse a verdade e arruinasse o seu plano.

"Minhas mãos agarraram seu pescoso e seu corpo embateu forte na parede, não parei para pensar se a tinha maguado:
-Fala de uma vez sua cabra- gritei junto de sua cara- Você me dá nojo,fala de uma vez, que você quer? è dinheiro? quanto você quer para sair daqui e nos deixar em paz?"

Joan: Tom...Você você me esta maguando, você pode machuchar o meu bebê - passou suas mãos na barriga.


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 13 -A Beautiful Lie


"Lie awake in bed at night
And think about your life
Do you want to be different? Try to let go of the truth
The battles of your youth
'Cause this is just a game
It's a beautiful lie"




Parte ||
Bill (POV)

Ouvia gritos vindos dentros de casa, olhei as janelas, não via nada, fechei a porta do carro e fui-me aproximando, quando abri a porta da sala, Georg e Gustav estavam sentados no sofá em silencio.

-Que gritaria é esta afinal?- Olhei as escadas esperando que estivesse lá alguém, subias
Georg: Bill? é melhor você não subir o Tom...
deixei de ouvir a voz de Georg e abri a porta do meu quarto

-Tom enlouqueces-te?-gritei -Larga-a, seu idiota- agarrei as suas mãos mantendo a distancia do pescoço de joan- Você perdeu completamente a noção do tempo e espaço seu idiota, olha o que você fez? olha o que você fez, -olhei as marcas das mãos de Tom na pele de joan- que se passa com você seu cobarde? - minha mão de subito encontro o rosto de meu irmão, e o seu sangue agora corria do seu nariz, ele tapou com sua mão e me encarou
Tom: Não o vou culpar por isto Bill, a unica culpada e a Joan
-Eu vou mandar enternar você, seu sem noção- nesse momento gustav e georg entram no quarto e me agarram, eu estaria capaz de matar meu proprio irmão, ele fez o maior acto de cobardia, tocar numa mulher, aquele não era meu gemeo.
-Você tem ciume? nem tudo que é mulher cai a seus pés, você já nem se controla seu psiquico.
Georg: tenham os dois calma, vamos sentar e conversar.
Tom: eu nunca tocaria numa mulher, essa aí não é uma mulher, é uma piada, você me mete nojo.
o meu corpo, agora agarrado pelos G's tentou agarrar a garganta de Tom, e o meu desejo era mata-lo ali.
Georg- Chega- grita num acto desesperado- chega! Ok?
Joan: não, o Tom tem razão.
Tom: banca a santinha agora, não tem vergonha na cara não? Diz a verdade para seu irmão, quem você realmente é. acaba logo com seu jogo.
Joan: Bill? eu primeiro preciso falar com você
-Meu amor, não precisa defender Tom, ele está só com ciumes.

Todos sairam do quarto, fiquei apenas eu e Joan, minha cabeça estava a andar ás voltas, afinal que havia acontecido? porque Tom esta agarrando ela daquele jeito, seus olhos estavam perdidos de raiva.
Joan: eu entendo a sua decisão depois do que eu lhe vou falar Bill.
-não estou entendendo amor...
-Bill...eu não vivi todos estes anos no orfanato, eu fui stripper na boate de meu pai, mas aí ele me controlava de mais e não queria me ver mais dançando
-Por issoTom estava discutindo com você? isso não é motivo...
Joan: Não. Tom tem sim seus motivos, e você terá os seus. Me escuta só, eu arranjei emprego no restaurante e arranjei alguma grana, mas não a suficiente para as regalias de meu pai, no dia em que você entrou com seu irmão eu ouvia sua conversa.

#

"Bill: ele vai ficar furioso quando souber o que você disse sobre ele naquele entrevista.
Tom: há...o Georg tem de entender, foi apenas uma brincadeira.
Bill: não é brincadeira que se tenha Tom, sabe muito bem que ele perdeu a irmã muito novo, você não deveria ter dito nada"
#

Joan: quando entendi que vocês falavam de meu irmão, eu desesperei tinha de o rever, e a unica maneira de o encontrar era atraves de voce, então eu planei tudo ao minimo promenor.

#

Padrasto: você primeiro vai a uma concerto desse garoto, só ter de saber os seus gostos e atrai-lo com isso.
Joan: mas, e se não resultar?
Padrasto: Você-agarrando os cabelos da menina- sabe o que acontece quando não acontece aquilo que quero?

#

joan: o plano começou a dar resultado, então meu pai me arranjou um espataculo naquela boate, e colocou um convite na vossa caixa de correio, obvio que Tom iria querer ir e ia arrastar você.Depois, meu padrasto ajudou a entrar aqui em casa e eu seduzi você.
Minhas lagrimas corriam todo meu rosto e meu corpo tremia, sentia meu sangue parar de percorrer as minhas veias, sentia-me roado de chamas, que consumiam meus ossos...era nada mais que pó agora.
Joan: Mas quando você foi para tour, eu começei sentindo a sua falta, a maneira como você me dava atenção....amor...afeto, eu senti sua falta, a casa era tão vazia sem você. Numa dessas noites vazias, eu assistia o noticiario...e o meu passado voltou em meus olhos, meu padrasto havia matato minha mãe e a enterrado no orfanato, ele nessa noite veio me enfrentar pedindo dinheiro e eu ...disse a verdade.
-Qual verdade- minha voz era abafada pelo choro.
Joan: que amo você....me perdoa Bill.
- Pega suas coisas, tem até amanhã para sair daqui. antes que eu te entregue para a policia.
Fui de encontro á casa de banho, não queria que ela me visse mais a chorar, olhei o espelho, meu punho foi contra ele e minha garganta largou um grito longo, de imediato minha mão deixou o sangue escorrer que caia no chão, deixei o meu corpo cair no chão, na minha mente nada me acalmava, pelo contrário, tudo me fazia acreditar que a morte seria o meu resultado, a minha propria morte.
O sofrimento que agora fazia parte de mim...eu não o consigo explicar.

Tom(POV)

Andava descontrolado pelo sala, não sabia quantas voltas deu naquele espaço, vi Joan descer as escadas.
Joan: Posso ficar só esta noite?
Georg me olhou.
-Por respeito ao seu irmão pode, mas desaparece daqui vadia, sua presença me agonia.

Joan(POV)
Subia as escadas, escondendo as lágrimas, estava tendo aquilo que merecia, nada mais do que isso, talvez fosse pouco até.
Deitei-me na cama, olhava a porta da casa de banho, por vezes ouvia os soluços de Bill e minha barriga sentia um nó.
Coloquei a mão sobre minha barriga: Não preocupa meu filho, seu papai vai amor muito você.
Ouvi a porta abrir, ele não me encarou, apenas se deitou do outro lado da cama.
-Bill, eu só quero que saiba que eu...
Bill: cala boca -me olhou- cala sua boca, ou calo eu, não me faça arrepender do que posso fazer com você, eu posso destruir você como você fez comigo.
-Eu não queria magoar você....- estava sendo sincera, não o poderia magoar mais, nao queria
Bill: chega de conversa, amanha de manhã quando acordar você nao estará aqui e minha vida voltará ao normal.
Ele me voltou as costas, como iria sustentar meu filho, nosso filho?
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 7:01 am

OMG... muita informação *_____*
Posta maaaaais!
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 7:05 am

Atenção: Conteúdo sexual EXPLICITO

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 14 -Love is dead (?)


With every word another feeling dies
I'm left here in the dark
No memories of you
I close my eyes
It's killing me

Música:Love is Dead



Parte |

Tom (POV)
Hoje sinto-me perdido, fumei um maço de tabaco completo. Georg continua em silêncio a meu lado.
- A tua irmã diz que está grávida- falei em tom baixo.
Georg : Tom... o filho que ela carrega..
interrompi-o - que ela diz carregar.
Georg levantou-se: Estás a exagerar, ela pode ter mentido, mas não chegaria ao ponto de mentir sobre uma gravidez.
-Eu já não sei de nada Georg, depois de tudo o que ela fez, todo o plano maquiavélico em que ela se envolveu.
Georg: Foi o meu padrasto que a envolveu nesse plano.
-Não sejas ingéneo Georg, o plano foi dela.
Georg: está a fazer-se tarde..eu vou-me deitar .
Viu subir as escadas, aquela mulher apenas veio destruir tudo que havia de bom na minha vida, a felicidade do meu irmão e dos meus amigos, atinguindo-me a mim.

Bill (POV)
Queria tirar do meu corpo todas as memórias daquela mulher, era bem cedo ainda, mas eu nao aguentava mais estar quieto naquela cama com ela mesmo ali, a meu lado.
Voltei para o banheiro, a água fria relaxava meu corpo,passei as maos em meu rosto e meus olhos fixaram o tecto,minhas lágrimas teimavam em correr meus olhos e quando, parei a água e limpei meu rosto, saindo do chuveiro, minha mão estendeu-se procurando uma toalha e senti uma mão segurar a minha.Joan estava despida me encarando agora.
-Não viu a porta trancada?
Joan: Bill...
-Não diz meu nome, não fala nunca mais meu nome, me dá nojo.
Ela subia sua mão pelo meu ombro.

Ela se aproximava cada vez mais de mim, eu na verdade não sentia nojo dela, sentia saudade, mas a raiva gritava mais alto.
agarrei os seus cabelos
-é isso que você quer- sussurei no seu ouvido- eu vou dar para você, vadia.
Com uma toalha tapei sua boca, e encostei seu rosto na parede, naquela mesma parede onde eu chorei por ela, penetrei-a de imediato, sem aviso.
-Não é isso que você veio aqui procurar? - voltei a sussurar no seu ouvido, vi suas lágrimas cairem em minha mão, mas não consegui parar, continuei os meus movimentos rápidos dentro dela, apertei minha mão contra a parede parando todos meus movimentos, a afastei-a de mim, de imediato suas mãos agarrando meu braço
Joan: deixa que esta seja a ultima vez.
Pegeui-a no colo com violencia, mas acima de tudo com urgencia, suas costas encontraram novamente a parede e eu voltei a ter-me dentro dela, seus lábios roçaram os meus
-Não-sussurei-não me beija- e quando seus lábios encontraram os meus minhas lágrimas desmancharam no meu rosto.
#

Tom(POV)

Joan descia as escadas com as malas.
Eu saia da cozinha e deparei-me com a sua presença, ela despedia-se da casa.
-Despede-te de tudo aquilo que querias ter, porque vais sair daqui tal como entras-te , de mãos vazias.
Joan: eu entendo esse odio que tens de mim Tom, não te posso culpar. Mas eu não te odeio, pelo contrário, admiro a maneira como amas e proteges o teu irmão. eu peço desculpa por te estar a colocar nesta situação.
Eu apenas me consegui rir.
- ès ridicula. Dás-me pena.
Ela olhou a porta e agora caminhava para ela.
-Espera.-ela voltou a olhar-me- já falas-te com o meu irmão sobre a tua suposta gravidez?
Joan: Não Tom. A gravidez não estava nos meus planos.
Eu agarrei o sei braço com força: queres acabar com a vida dessa criança?
Joan: é o melhor Tom.
-Se o fizeres vais destruir o meu irmão por completo.

Bill (POV)
Vi meu irmão agarrar Joan, não tencionava ouvir a conversa deles, apenas me queria despedir da unica mulher que amei, nem que fosse á distancia.
Mas o meu coração deixou de bater lentamente quando ouvi Tom falar do meu filho. é isso mesmo, eu ia ser pai, desci as escadas:
- o que você esperava para me dizer a verdade? Tenciona matar meu filho? Porque se assim for eu mato você primeiro, já que se sente no direito de matar alguém.
Tom saiu, deixando-nos a sós.
Joan: Bill, eu nao posso sustentar esta criança e meu padrasto iria acabar por o condenar como faz comigo e Georg.
- essa criança tem um pai- gritei apontando o dedo para mim mesmo- eu vou cuidar dele, ele vai ter mae e pai... Joan - tentei acalmar-me- depois de tudo que você fez...por favor nao destrua a unica coisa boa que aconteceu entre nós-passei a mão na sua barriga-nosso filho


Muito obrigado a quem lê e comenta, do fundo do meu coração


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 13 -Love is dead (?)


With every word another feeling dies
I'm left here in the dark
No memories of you
I close my eyes
It's killing me



Parte ||


De todo o sofrimento aquela criança poderia ser a minha salvação.
Eu não a poderia perder.
Joan: Não quero que ela saiba que nasceu de uma mentira.
-O nosso amor para você foi isso Joan? uma mentira?
Joan- eu amo você Bill...a unica mentira aqui sou eu, eu...
-Se você me ama....vai ter de deixar meu filho viver.

Alguma vez sentiu o seu coração bater tão forte que parece querer rasgar seu peito, os seus olhos inundarem de lágrimas e você não conseguir controlar, a sua respiração fica suspensa em sua garganta....

eu me sentia assim...
necessitava de uma resposta, necessitava de certezas.

#

Passaram três meses, Joan vivia com Georg não muito longue de nossa casa, todos os dias eu ia ver o meu bebê e ele a cada dia estava melhor, era uma menina, seria a menina da minha vida, ainda não a podia ter em meus braços mas já a amava tanto.
Joan, para meu dessespero havia ficado ainda mais linda com a gravidez, se é que isso seria possivel.
Tom parecia de novo uma criança, com a noticia da confirmaçao da minha filha, alías ambos parecemos duas crianças.
Nossa mãe nem deu muito para isso, estava ocupada em sua lua de mel, minha filha nunca me terá ocupado, eu estarei sempre a seu lado.
Bati na porta de Georg, Joan abriu-a.
-Olá minhas pequeninas-ajoelhei-me dando um beijo na barriga- papai chegou e trouxe bombons para você
Joan: Bill você me quer encher de doce agora.
- Não é para você, ora, é para minha princessinha.
Joan: entra, está um frio impossivel.
Apressei-me a entrar, a lareira estava acessa, me acomodei no sofá:
-O seu irmão onde está?
Joan: saiu com Tom.
-Deve ter ido namorar.
Joan: se Tom ouve você.
O clima estava otimo mas eu nao queria sentir novamente vontade de beija-la e protege-la, ainda me sentia demasiado maguado com ela, com toda a sua mentira.
-A barriga tem pessado muito?
Joan: Bill...porque você só fica perguntando sobre o mesmo todo o dia? você esta fuguindo de alguma coisa?

Na verdade eu estava sim, do amor que eu sentia por ela, por todo seu corpo, toda sua alma...


Estava fugindo do amor que eu julgava morto.

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 7:20 am

AI CARALHO, continua xDDDD
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 7:23 am

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 15 -Make you feel my love


x "I could make you happy
Make your dreams come true
Nothing that I wouldn't do
Go to the ends
Of the Earth for you
To make you feel my love" x




Parte |

Joan (POV)

Eu vi em seus olhos, ele me amava, meu deus ...como seus olhos era lindos, como eles me transmitiam paz, aquele castanho profundo que me invadia a alma e ter a certeza que eu lhe pertencia...
Eu faria tudo para lhe mostrar o meu amor por ele, não há nada que eu não fizesse por ele, para ele sentir o meu amor...
-Bill, você vem cá todo o dia e fica perguntando as mesmas coisas, vem e fala do nosso bebê...você esta fugindo de alguma coisa?

Ele não deixou de me olhar, seus lábios mexeram como se fosse falar, mas nem uma palavra foi dito, ele pegou minha mão:
Bill: eu queria tanto perdoar você.... queria tanto sentir-me seguro...porque desde o momento que vi você, minha mente não teve dúvida onde você pertencia - colocou minha mão em seu peito.

Eu senti meu sangue correr em meu corpo, novamente...eu estava viva, meus lábios roçaram os seus, ele suspirou:

Bill olhava meus lábios: Não....-sussurrou passando seu polegar em meus lábios- não vamos apressar isto, não vamos cometer uma loucura.
- Vocé é o ar que eu respiro -sussurrei passando também meu dedo no seu lábio- sem você eu não vivo.
Ele encostou seu rosto no meu, procurando sentir minha pele:
Bill: ah...a falta que você me faz...todas as manhãs me parecem um inferno, por não ver você a meu lado, todas as noites me parecem um castigo, deitar sem poder abraçar você....
-Volta para mim meu amor-sua mão desceu até meu rosto, passando levemente em meu cabelo.
Bill: eu preciso de tempo...
- só vivemos uma vida- encarei-o
Bill: por isso mesmo...eu quero ter certeza que vou vivê-la.

Ele beijou minha barriga, colocou seus óculos escuros e apenas saiu, como me doía o peito cada vez que o via sair.

Bill (POV)

Eu não aguentava mais chorar e acabar por encontrar conforto em meu irmão.
Eu tinha de erguer a cabeça para receber a nova vida que iria chegar...minha filha.

Joan (POV)

Passaram 3 meses...e ele não havia aparecido ainda, meu padrasto simplesmente desapareceu, mas isso me dava agonia.

Eu tenho medo que ele volte.
de noite, antes de dormir, fecho todas as janelas, não tenho medo por mim, mas sim por minha filha.
o silêncio dele é ainda mais assustador do que as suas ameaças.


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 15 -Make you feel my love


x "I could make you happy
Make your dreams come true
Nothing that I wouldn't do
Go to the ends
Of the Earth for you
To make you feel my love" x




Parte ||


Joan (POV)

A minha gravidez não trazia riscos, e eu e Bill tínhamos aproximado, nada que me desse esperança de um possivel recomeço da nossa relação...cada dia que passava ele me parecia mais especial, mas puro....simplesmente era ele..Bill Kaulitz.
A raiva de Tom havia sido esquecida pela felicidade de ser tio. E eu sentia-me mais confortavél, Tom era para mim como um irmão. Ele queria fazer-se de forte mas eu sei como ele realmente é, um coração mole...tal como Bill.
não usei a gravidez para me aproximar de nenhum dos dois.
Eles sempre tomaram a iniciativa estarem presentes neste momento.
Agora estavam os dois a discutir no quarto do bebé.
Bill queria pintar a parede de Vermelho mas Tom queria de Cor-de-Rosa. Como era divertido vê-los discutir, eles apesar de gritarem e a toda a hora se ameaçarem bater, acabavam sempre por rir e concordar, mas hoje em especial estava dificil vê-los de acordo, acima de tudo pela teimosia de ambos.
Bill: Cor de rosa é do século passado.
Tom: Bill...deixa de querer andar nessas coisas da moda, ok? é uma menina que você vai ter, não acha que o vermelho é uma cor demasiado exagerada?
Bill: e porque o cor de rosa tem de ser coisa de menina? me diga, você também usa boné cor de rosa. è menina agora?
Tom: áh, seu moleque, não me irrita, vamos pintar de cor de rosa. eu até já comprei a tinta.
Bill: para sua informação, é MINHA- aponta para ele próprio- minha filha. e eu também já comprei a tinta.
eu entro no quarto com dois copos de sumo:
-Trouxe sumo de maracujá meninos, sirvam-se. E para os senhores saibam eu já escolhi a cor do quarto.
Eles olham para mim curiosos e dizem ao mesmo tempo:
Bill/Tom: já?
- Sim. na verdade eu quero pintar o quarto de Cor..
Tom: cor-de-rosa -interrompeu-me- viu Bill? como aqui seu irmão tem sempre razao.
-Cor de Laranja na verdade.
Bill ri e Tom suspirou.
Bill: tudo bem...não vamos contrariar uma menina grávida.
Tom: tem mesmo de ser....- pegou a chaves do carro- vem Bill, vamos comprar a tinta.
Bill beijou-me a testa, eu sorri.
Tom (POV)
Talvez eu estivesse errado em relação á Joan...
Talvez ela amasse de verdade meu irmão.
Talvez....eu teria sido injusto com ela.
-Bill- liguei o carro- você ainda gosta da Joan, ne?
Bill: ela é a mãe da minha filha, quer eu queira quer não estamos ligados.
-Não foi o que eu perguntei para você.
Bill: Ah Tom...você sabe que eu amo ela. Seria mais facil esquece-la se não a visse todos os dias... talvez o odio que eu sentia por ela me tivesse consumido... Mas como se diz o tempo cura tudo né?

Joan (POV)
Os gêmeos sairam á algum tempo, e Georg estava no estudio com Gustav.
Não pudia fazer nada que me pedisse muito esforço, estava com 6 meses de gravidez e minha barriga começava a pesar.
Resolvi fazer um lanche para os pintores.
A campainha tocou, achei estranho, Bill tinha a chaves de casa...
Seria Ge que se esqueceu da chave?
Espreitei pela janela. Era apenas o carteiro, abri a porta:
-Boa tarde.
Carteiro: Boa tarde , Joan Kaulitz?
- Ioan, na verdade meu nome se lê com I e não com J. mas, sim sou eu.
Carteiro: tenho o carta para a senhora, está aqui, boa tarde
- Obrigado-peguei a carta e uma embalagem branca, selada.
Sentei-me no sofá, abrindo a embalagem que continha meu nome, era minha a boneca que eu brincava quando era pequena, ainda se encontrava com a ultima vez que a vi.

Peguei o envelope que vinha junto, por momento fiquei aterrorizada pensando que meu padrasto pudesse ter me encontrado e desta maneira começar o seu jogo de ameaças, abri-o lentamente procurando o seu conteúdo, era uma folha branca com um pequeno texto escrito:


Minha querida filha,
Sei que me julgava morta, mas o meu
desaparecimento foi necessário para vos
poder proteger, a si e a seu irmão,
sei que o encontrou e que finalmente estão em segurança.
Não fui uma boa mãe, mas será tarde de mais para voltar e abraçar você?

Com amor,
Vossa saudosa mãe:

Dianna Listing





Meu corpo não soube reagir ao torbilhão de emoções que sentia agora.
Minha mãe não morreu?
quem era aquele corpo encontrado no orfanato?
Porque ela voltou agora?


Tudo na minha vida foram mentiras que a própria mentira desconhece.


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 16 -Nobody's Home


Her feeling she hides
Her dream she can't find
She's losing her mind
She's falling behind
She can't find her place
She's losing her faith
She's falling from grace
She's all over the place
She wants to go home, but nobody's home




Parte |

Joan (POV)

Ouvi a porta bater, e uma voz diriguir-se a mim
Georg: Meu amor, cheguei -beijou minha testa- que é isso aí? Joan? você está me ouvindo?
-ela está viva- sussurei.
Georg: quem está viva? Joan?- tocou meu ombro- você está bem? você está branca minha irmã.
- Georg-olhei-o- lê isso - entreguei-lhe a carta- leia.
Georg pegou o papel começando por o ler.
Olhou-me.
Georg- Mas como ...não...
- È letra dela Ge e olha...olha minha boneca...
Georg: depois...depois de todo esse tempo, Joan, depois de tudo o que aconteceu, ela resolve voltar agora? Mas com que motivo? e mandar uma carta? porque não apareceu?
-Ge-peguei sua mão- Todo o mundo erra...
Georg: errar é uma coisa Joan, abandorar dois filhos é outra.
-Mas Ge...
Georg: Não vamos discutir, se ela aparecer, se tiver coragem de aparecer, eu não a quero ver.
Ele subiu para o quarto, eu limpei minhas lágrimas, Bill e Tom tinham ouvido toda a conversa, Bill abraçou-me, Tom mexia nas mechas do meu cabelo.
Tom: Tudo vai ficar bem Jo, Georg vai cair em si e ver que apesar de tudo, vossa mãe merece uma segunda opurtunidade.
Bill: Tom tem razão, me olha meu doce- pegou meu rosto- Georg apenas está ainda a tenta recuperar de todo o sofrimento.
Eu sabia que meu irmão estava com raiva de tudo e de todos, mas não seria a raiva que o faria feliz.
Olhei Bill: ninguém esperava que ela estivesse viva... e regressa-se.
Bill: E seu padrasto sabe?
- eu espero que não...
Tom: se ela mandou a carta é porque ainda não esta cá em L.A
- è ..é Tom talvez você tenha razão- limpei meu rosto.
Tom: Nós vamos pintar o quarto é melhor você não subir, os quimicos da tinta não vão fazer bem para o bebe.
Eu assenti com a cabeça, sentando-me no sofá.Bill beijou minha cabeça:
Bill: tudo ficará bem- sussurou.



Fiquei olhando as chamas da lareira, lá fora a neve cobria toda a paisagem.
Sentia-me quente, segura ali.


#
Algo gelado percorreu o meu pescoço.
-Eu nao me esqueci de você- ouvi uma voz sussurar no meu ouvido, meus olhos procuraram seu corpo.
- Por favor..me deixa em paz...me deixa pelo menos salvar minha filha ...depois você pode fazer o que quiser comigo.
Olhei, era ele sim, meu padrasto.
Padrasto: achava mesmo que eu deixava você sair da minha vida assim? você é meu trofeu.
- Por favor..
Padrasto: Toda essa alegria sua me deixa com nojo, e esse seu filho...Jamais poderá ter essa sua felicidade.
-Eu dou o dinheiro que você quiser.
Padrasto: você não tem onde cair morta, seu irmão por outro lado...tem todo o dinheiro que eu quero.
-Não-gritei- Deixa Georg fora disto, eu arranjo o dinheiro para você.
Ele se aproximava e eu tentei fuguir, minha barriga e o seu peso me impediam de correr, ele agarrou meus cabelos:
Padrasto: Ou você faz o que eu mandar ou eu mato essa criança- apontou sua faca na minha barriga, obrigou-me a subir as escadas, até ao quarto de Georg.
Ele dormia, seu rosto parecia cansado.
Padrasto- agora você- sussurou no meu ouvido- Vai matar ele.
Eu ia gritar mas sua mão de imediato tapou minha boca, mas minhas lágrimas correram meu rosto-Faz o que eu to mandando ou essa criança morre- deu-me a faca para a mão ainda tapando minha boca, eu ergui a faca, fechando os olhos, gritei mesmo que meu grito tivesse sido abafado, puxei a faca em dirrecção a Georg.
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 7:41 am

*tapa os olhos*
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 7:43 am

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 16 -Nobody's Home


Her feeling she hides
Her dream she can't find
She's losing her mind
She's falling behind
She can't find her place
She's losing her faith
She's falling from grace
She's all over the place
She wants to go home, but nobody's home




Georg (POV)
Havia adormecido á algum tempo, discutir com Joan deixava-me triste odiava quando discutimos e evito ao máximo faze-lo.
Levantei as costas da cama, ouvi um grito e desatei a correr, pensei em mim e uma coisas naquele momento, ao descer as escadas vejo Joan no sofá, parecia adormecida, olho em volta, não havia ninguém.
Aproximei-me, vejo-a a suar e seu rosto tremia:
-Joan? Joan? acorda.
Quando seus ohos abriram ela suspirou olhando-me:
Joan: ...Eu..eu..Georg? - passou as mãos pelo meu peito- você não está maguado? você esta bem? - sua voz era sufucada pelo choro.
-Eu estou bem, não se passou nada meu bem, foi só um pesadelo.


Os gémeos desceram as escadas, estavam cobertos de tinta.
Bill: Passou-se alguma coisa?
Joan: foi só um pesadelo.
tom: você anda muito agitada Joan, deveria descansar.
Bill pegou-a ao colo: eu vou levar você para a cama, tem de descansar.
Joan: você me sujou de tinta.
Georg: eu e Tom vamos preparar o jantar.
Tom: vamos?
Georg puxou sua orelha: vamos.



Bill (POV)
Levei-a até ao quarto, lá, lentamente retirei seu Vestido, como sua barriga havia crescido, a minha mão passou por toda a sua pele, ajoelhei-me beijando seu umbigo.
Voltei a pega-la no meu colo, a agua não demorou a encher a banheira.

-A água esta quente, você gosta dela assim?
Joan assentiu com a cabeça, eu ajudeia-a a entrar, passei o champô em seu enorme cabelo cor-de-cenoura, como eu adorava sentir o macio do seu cabelo.
- Você está confortavel assim?- perguntei
Joan: sim...você não vai tirar essa tinta de você?
- eu...eu tomo banho a seguir a você.
Joan: Porque não toma comigo? Tem vergonha?
-Err..não, não tenho- minhas bochechas ficaram vermelhas- mas primeiro vou dar banho em você.
Joan- e você deixa eu dar banho em você depois?
Eu não respondi, continuei a lavar seu cabelo, passando água nele, o gel de banho percorria seu corpo como se fossem pedaços de gelo a derreper em sua pele.
Joan: Bill?
Eu a olhei- diz.
Joan: você pode dormir cá essa noite?
- Você acha boa ideia?
Joan: eu tenho medo Bill, ultimamente tenho sempre pessadelos, que meu padrasto vai voltar, todas as noites é o mesmo pesadelo...que eu acabou matando Georg.
-Meu bem, não fica assustada, é só um sonho mau.
Joan: se você dormir cá esta noite, eu vou ficar mais descansada.
-Eu vou falar com Tom. vem- peguei sua mão pondo uma toalha em volta do seu corpo- vamos, que está frio aqui para você.

# O jantar foi animado, e por uns breves momentos aquilo me parecia a época em que estavamos todos bem, sentia-me feliz, aquela era minha familia#

Georg , Tom e Gustav foram sair, deram uma desculpa mal inventada,sabia muito bem que eles queriam deixar-me sozinho com Joan.

Joan(POV)
A noite caia serena,mas a chuva parecia não querer acalmar, eu estava na sala e Bill na cozinha, mas nem isso impedia de eu conseguir sentir seu perfume, como era bom aquele cheiro, tão doce. Ouvi sua voz:
bill: vamos ver um filme? fiz pipoca. surriu.
- Sim, vamos. que você quer ver?
Bill: uma comédia romântica !
Eu sentei no sofá, com ele ao meu lado, Bill tapou-nos com uma manta de veludo vermelha,começando o filme.
Eu encostei a cabeça no seu ombro e ele,mesmo involuntariamente ,colocou a mão no meu braço, fazendo minha pele arrepiar, aquela sensação da ponta dos seus dedos tocarem na minha pele me dava uma sensação de prazer inexplicavel.
Eu precisava de Bill, de sentir que ele ainda me amava, e eu sabia por onde começar para ele se entregar a mim.
Inclinei um pouco minha cabeça, ficando com os lábios perto de seu pescoço, respirei fundo, vi sua pele arrepiar, mas ele não me olhou.
Minha lingua percorreu uma pequena parte de seu pescoço, ele gemeu, eu sabia que aquela era a sua parte sensivel.


Ele seria meu, ali mesmo.

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 17 -Right There


"Comm'me babe and be my babe
Comm'me babe and put your hands on my body
Hands on my body
Right there, keep it right there
I love the way you put it right there"






Bill (POV)
Não era justo, ela sabia que aquele era o meu ponto fraco, o meu membro mesmo momento pulsava dentro da minha roupa, eu queria-a...mas eu não iria ceder desta maneira depois de seis meses a manter a distância.
- Você sabe que esse é...
Joan: seu ponto fraco...eu sei . eu conheço todo o seu corpo- sua mão desceu até meu peito e daí encontrou o caminha até minhas calças, sem me olhar abriu o fecho- você está assim tão exitado porque?
Eu engoli em seco: acha que é por sua causa?
Joan morde meu lábio: eu acho que sim - coloca sua lingua de fora passando no contorno de meus lábios, eu toquei sua lingua com a minha, nosso beijo simplesmente sucedeu perfeito, eu estava a deitar as coisas irem demasiado longe.
Afastei-a : vamos acabar de ver o filme?
Joan: mas...Bill...-suspirou- vamos.
Eu acomodei-me no sofá, a verdade? estava com dores horriveis no meu membro, mas eu adorava ve-la chateada , só lhe dava um ar mais irressitivel.

Tom (POV)
As coisas pareciam estar a começar a ficar bem. Meu grupo de amigos estavam bem, meu irmão também, estava na hora de relaxar, deixar as preocupações de lado.
Em L.A as coisas era por natureza selvagens. E nos fomos aproveitar essa selva, onde as mulheres são doídas, isso tudo me agradava.
Era engraçado, eu tinha um tipo de mulher que me atraia:
Morena,
Latina,
De cabelos morenos,
Olhos castanhos,
e claro, um corpo que encarnasse toda esse beleza,
mas neste momento eu estava atraido pelo exato contrário.
Ela era alta, seu corpo, todos os detalhes formavam uma deusa em andamento, tinha cabelos pretos ondulados, a sua pele era tão branca como cal, e seus olhos eram verdes, pareciam olhos de uma leao selvagem, mas nem foi de todo aquela beleza exotica que me chamou atenção, foi o seu sorrisso....
Estava a perder capacidade de engatão?
De momento pouco me importava, acho que aprendi algo com o sofrimento de Bill em relação a Joan, estava na hora de me acalmar um pouco e estabelecer uma relação com alguém...ninguém está falando em amor, atenção...mas talvez um pouco de afeto.

Me aproximei, o seu rosto tinha feições simpáticas.
-Você está sozinha? -perguntei ao seu ouvido.
- Não, estou com algumas amigas.
-Meu nome é
-Tom, eu sei.
-Como...á ,você é fã da banda?
-Não! - virou o rosto para mim
-Vann?
Vann- você lembrou, como você está crescido.
Vann havia sido minha primeira namorada na primária, todos estes anos...ela estava uma mulher deslumbrante.
- Como você está linda -Passei minha mão em seus cabelos.
Vann- Vem, vamos sentar ali, conversar um pouco, ou você esta com companhia?
-Vamos, estou com Georg e Gustav, mas eles não se importam.


Atenção: Capitulo apenas com Conteúdo sexual EXPLICITO


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 17 -Right There


"Comm'me babe and be my babe
Comm'me babe and put your hands on my body
Hands on my body
Right there, keep it right there
I love the way you put it right there"





Parte ||


Personagens neste capitulo:
Tom Kaulitz
Vann

Tom (POV)

Foi bom depois de todos estes anos reecontrar a Vann.

#Flashback#
-Eu trouxe uma coisa para você.
Vann: você lembrou que a gente faz um ano de namoro?- o seu sorriso invadiu todo o seu rosto, para mim seu rosto agora brilhava.
-claro que eu lembrei - minhas mãos seguravam um urso de peluche-pra você.
ela abraçou-me, eramos duas crianças, mas tenho a certeza que o carinho que sentiamos um pelo outro , era amor de verdade
#

Passaram tantos anos, ambos estavamos mudados mas ela não deixou de ter aquele sorriso que em pequeno me deixava tão feliz.
-Você vive cá desde que saiu da primária?
Vann: sim, quando nos separamos eu vim da Alemanha para L.A . Desde esses tempos eu vivo cá, meus pais voltaram para Alemanha, mas eu acabei ficando. e você?
-Eu fiz uma banda com meu irmão, Georg e Gustav.
Vann: eu sei. aliás, todo o mundo sabe. Você nas fotos me parecia diferente.
-Feio?
Vann: não. Parece mais velho, só isso, mas seu rosto não mudou muito. E bill? como está?

A conversa revelou-se longa, acabei contando -lhe tudo que havia se passado com Bill, e com nossa familia, quando vemos pela hora, o bar estava prestes a fechar.

-Você não quer até a casa do Ge? Estão lá todos, e há sempre um quarto a mais!
Vann: Não sei Tom..
-Vá lá, aposto quando Bill vir você vai-te reconhecer.
Vann: Vamos.

Enquanto conduzia não pudia deixar de reparar em suas pernas.
Vann: então, me diga...senhor SEXGOTT - ambos rimos- é verdade o que dizem de você?
-è exagero. Eu gosto de sexo, claro, não gosto de compromisso...
Vann: è. os anos passam, e você anda sempre de um lado para o outro, talvez seja a ultima vez que nos vemos.
-Eu moro em L.A agora, acho que esta será uma das muitas vezes que nos veremos.
Ela sorriu.

As luzes estavam apagadas, estavam todos a dormir já.
-Parece que só amanhã você vai ver o Bill.
Vann: já é tarde, ele ja se deve ter deitado.
-Vem. Vamos até ao meu quarto , quero mostrar para você uma coisa.
Eu ainda guardava o urso de peluche do nosso aniversário de namoro, que ela me havia dado antes de ir para L.A. Quando o tirei de minha mala, seus olhos pareciam querer deixar escapar algumas lágrimas, e seus braços abraçaram meu corpo, ela cheirava tão bem.

Não consegui aguentar meu desejo , beijei seu rosto, acabando por a beijar lentamente, sua lingua ainda tinha o mesmo sabor.
Suas mãos subiram até meu pescoço, e as minhas desceram suas costas, deixando-a cair na cama.

-Nunca pensei que passado todos estes anos eu iria para a cama com você, devo admitir- sussuro em seu ouvido- você sempre foi uma fantasia para mim, mesmo depois de todos estes anos.
Ela retirou a minha camisola, passando a lingua sem vergonha no meu peito,meus dedos agarraram seu cabelo.
-safada- sussurei, lambendo seu ouvido.
Eu peguei nela, colocando-a em cima de mim, ela agora beijava meu umbigo, mexendo de maneira atrevida com sua lingua, meus olhos fecharam.
Senti minhas calças cairem no chão,suas unhas arranharam minha pele, e voltei a ter o seu corpo em cima do meu, minhas mãos puxaram o feixo do seu vestido e de imediato minha boca travava uma batalha com a sua lingua.
ela ajoelhou-se na cama, com o dedo insinuou-me, eu ajoelhei a sua frente, com a sua lingua ela subiu toda minha barriga, sussurei algo inaudivel.
Retirei a sua roupa intima, explorando com minhas mãos o que eu sempre sonhei algum dia conhecer, e era mais do que aquilo que eu esperava, peguei seu seio metendo-o na minha boca, encarei-a, mas seus olhos estavam agora fechados.
Sua expressão me deixava louco.

Pegei seu braço, puxando-a para mim.
-Você quer ser minha?
Vann: não fui sempre? - me surriu.
Ela tinha razão, mesmo em alguns dos meus sonhos, ela era minha.
Levantei meu corpo, ficando em cima da cama, ela segiu-me encostei-a na parede, segurando as suas mãos , roçei lentamente meu membro entre suas cochas, ela gemeu baixinho e aí meu corpo tremeu, como se uma novo onda me prazer me inundasse.
Virei seu corpo para mim.
Voltei a deita-la, deitando-me sobre ela, coloquei-a de lado, levantando uma das suas pernas, entrei nela enquanto minha outra mão "torturava" seu seio.
Gemi junto de seu ouvido, chamei seu nome, e ela parecia querer gritar o meu.
Pegou minha mão, metendo um dos meus dedos na sua boca, com delicadeza o chupava ...e a minha imaginação começou a trabalhar, e o meu prazer já não conseguia ser contido, aumentei a força dos meus movimentos, seu corpo embatia no meu.
Agarrei a sua cintura, senti que o meu orgasmo estava perto, mas ela continuava a provocar os meus sentidos com a sua lingua no meu dedo.Ela havia controcido o seu corpo, chegou ao auge. eu estava a gostar da sua provocação mas queria torna-la real.
Larguei a sua cintura.
Deiteime na cama.
-Vem- sussurei.
Ela desceu beijando o meu peito.

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 8:01 am

Esse Tom é sempre o mesmo.... aguçando minha imaginação também Twisted Evil
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 6:55 pm

Atenção: Capitulo apenas com Conteúdo sexual EXPLICITO


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 17 -Right There


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Parte |||
Tom(POV)
Ela descia pelo meu corpo, e o meu membro sentia o seu corpo roçar sobre toda a sua extensão, o calor queimava minha pele.
Senti algo frio rodear meu membro, deslizar sobre ele.
-Não aguento muito mais -sussurei em dessespero.
Sua boca fez-me subir ao céu, e suas mãos ajudaram, abria os lábios tentando respirar, estava a sentir prazer...prazer de verdade.
minhas mãos passavam em seu rosto, e meus gemidos aumentavam, senti o meu orgasmo, e ao contrário do que pensei, ela não se afastou de mim.
Meu corpo entrou em êxtase completo, meus gemidos pela primeira vez saíram fora de minha boca, e deixaram eco pelo quarto, meus olhos abriram, vi novamente o seu sorriso.


Bill (POV)
Era tarde,
Mas não conseguia adormecer, cada vez que respirava o seu cheiro invadia o meu corpo, Ela dormia, como um anjo- sorri- passei a mão sobre o seu ombro, o seu corpo passou lentamente o meu, suspirei.

Joan (POV)
Ele olhava-me,
Julgava que estava adormecida, mas eu estava a sorrir por dentro cada vez que ele me tocava. Eu não puderia deixar esta opurtunidade escapar.
A sua pele era macia e tinha um toque especial.
Quando por fim ele adormeceu, eu tentei não fazer barulho, prendi meu cabelo e puxei os lençois para trás, Bill mexeu a perna e por momentos eu o julguei acordado, mas seu rosto continuava sereno.
Puxei o mais lento que consegui sua roupa intima, olhava seu corpo repousado na cama, como ele era perfeito, divino, unico. como eu o amava, não aguenta estar longe dele.
Necessitava de o ter perto.
E a única maneira de o fazer ver que ele me pertence é te-lo em minhas mãos.
Minha lingua percorreu toda a extensão do seu membro, não demorando muito tempo a ficar ereto, Bill por vezes mexia as ancas, acho que ele encarou aquilo como um sonho.
Passei minha lingua na sua anca, subindo, meus dentes puxaram o piercing do mamilo e seus olhos abriram lentamente, não dando conta ainda da sua nudez
Bill: Joan - tinha voz de sono- que você...você está fazendo? Já é tarde, volta a dormir...eu tava tento um sonho tão bom - um dos seus braços taparam seu rosto, querendo voltar a adormecer.
-Não era um sonho - coloquei seu membro em minha boca.
Bill gemeu, agarrando os lençois
Bill- Não...Joan... por favor, não faz isso comigo, eu eu não posso..não me provoca, eu sou Homem, como é suposto eu ressistir
Enquanto tentava debater a sua mente, Bill mexia suas ancas.
Bill: mas é tão bom...Joan..não, não faz isso não.
Sua perna dobrou , dando-me mais espaço, suas mãos envolveram minha cabeça, brincando com alguns fios do meu cabelo.
Eu afastei, olhando seu rosto, que continha uma expressão estampada de prazer.
-Você quer que eu pare...eu paro.
Bill: você esta doida? não me pode deixar ficar assim.


Atenção: Capitulo apenas com Conteúdo sexual EXPLICITO


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Parte IV


Joan (POV)

Era sempre assim, ele não conseguia ressistir-me, agora se aproximava de mim agarrando meu rosto:
Bill: você ficou ainda mais linda gravida- largou um sorriso atrevido- Você usa isso para me levar á loucura não é. è isso? você me querer levar á loucura.
- Já esperamos tempo de mais , eu não aguento ficar mais longe de você Bill.
Ele cheirou minha pele:
Bill: você me faz perder o controlo. Não aguento ver você todo o dia e nem sequer poder tocar você do jeito que eu quero.
Mordeu meu pescoço.
-Mas você pediu para eu parrar.
Bill: eu estava lutando contra o que sinto, mas meu corpo , minha mente não aguenta mais estar longe de você, me beija.
Nossos lábios juntaram-se num ato de dessespero.
- Me perdoa- sussurei entre o beijo.
Bill- você - parou o beijo- você quer casar comigo?

Bill(POV)

A pergunta foi feita pelo momento, mas eu não me arrependo de a ter feito, ela me olhou, e seus olhos brilhavam, naquele momento eu percebi que estamos fazendo o que é certo.
Joan: claro que eu quero, eu eu quero casar com você Bill.
Bill:Ich liebe dich, meine lieben.
-Ich auch, meine kleine angel.
e nossos lábios voltaram a juntar-se. Eramos novamente tudo o que eu sonhava.


Tom (POV)
Olhava seu corpo repousado na cama, enquanto fumava junto da janela, sorri, não sei o porque...talvez apenas porque a noite que passei junto dela me trazia boas recordações.
Ela passou a mão nos lençois:
Vann: Tom?
-Estou aqui.
Ela seguiu a minha voz, caminhando para mim, ainda nua.
Vann: por momentos pensei que tudo não havia passado de um sonho.
Meus braços rodearam seu corpo e beijei seus cabelos
-Não, eu estou aqui.
Ela encostou seu rosto no meu peito, passando a ponta dos dedos em minha pele. dei o ultimo trago no cigarro atirando-o pela janela.
peguei seu rosto e beijei seu nariz.
-Você não tem sono?
Vann: eu senti a falta do seu corpo, acordei.
- Vamos voltar para a cama?
Vann: aqui estamos bem, junto a você e vendo a chuva cair.
ambos olhamos a janela, as arvores criavam formas engraçadas no chão, por conta do vento.
Eu beijei suas mãos, enquanto nossos corpos ainda estavam colados.
Voltamos a ter nossos lábios em contacto, eu tornei aquele beijo selvagem e urgente.
Sentei seu corpo no beiral da janela, encaixando-me nele, minhas mãos percorreram seu corpo.
Vann: me arrepio quando você me toca.
Eu beijei todo o seu corpo, subia as suas pernas, encarei seu rosto, me olhava.
Meus dedos foram de encontro ao seu membro, desnudo, provoquei-a com o meu toque, ela sussurou meu nome, dando-me o que precisava para a minha lingua avançar sobre seu clitoris, meus dedos penetraram-na, ela se havia entregado, meus cabelos foram puxados obrigando minha lingua a movimentar-se mais de pressa.
Tudo aquilo me exitava ainda mais, seus gemidos me testavam a capacidade de esperar.
Levantei-me, colocando um persevativo que se encontrava na gaveta ao nosso lado, entrei nela, não tinha pressa e por isso meus movimentos eram lentos, ficavam olhando seu rosto enquanto ouvia os seus lábios disserem o meu nome cada vez mais alto, por vezes quando me movimentava mais depressa seu corpo embatia na janela.
Mordi seu mamilo, suas unhas penetraram a pele das minhas costas.
Vann: Tom..
-Eu adoro quando você geme meu nome.
Seu sorriso foi impossivel de não reparar, acabamos por cair no chão, ela ficou sobre mim e mostrou-me o quanto prazeroso esta possição poderia ser.
agarrei os seus seios, puxei seu pescoço, queria beija-la.

Ambos chegamos ao auge ao mesmo tempo, nossos sentidos estavam temporizados.




Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 18 -Primavera


"E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Somente só, só minto só

Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir..."



Introdução ao capitulo


Tom (POV)
Amanheceu,
Ela continuava a meu lado.
Tudo havia acontecido tao depressa, mas eu sentia-me bem ao lado dela.
Fazia-me relembrar os momentos em que eu era apenas uma criança.
Passei o dedo no seu rosto, ela me olhou.
Vann: Bom dia .
-eu acordei você?
Vann: não, estava só de olhos fechados ouvindo você respirar.
-Vann, eu não quero deixar você com expetativa...o que a gente passou foi otimo...mas eu não quero maguar você
Vann: Não se preocupa tom...eu também quis o que aconteceu ontem...não me arrependo e sei que depois do que aconteceu, só ficará amizade.
-Por enquanto ... ouve Vann, eu entendi com o que aconteceu com meu irmão que está na altura de assentar minha vida, mas eu não quero arrastar você para a confusão que é minha vida.
Vann : Tom mas..
-Não fala nada- sussurei- por favor.
Ela abraçou, era mesmo aquilo que eu necessitava naquele momento.

Bill (POV)


Eu passava mão na barriga de Joan, e minha filha deu um pequeno pontapé, talvez foi impressão minha, mas eu jurava ter sentido qualquer coisa, mas mantive-me em silêncio, não queria acordar Joan.
Joan: pode gritar á vontade Bill.
Eu olhei seu rosto.
-Como você sabe que eu quero gritar?
Joan: porque a bebe deu um pontapé e eu sei que você sentiu.
- eu sabia que tinha sentido alguma coisa- falei alto de mais entusiasmado por estar presente num momento tão importante- minha bebe sentiu o papa - sussurei.
Joan: conheço você até de olhos fechados.
Eu sorri, ela tinha razão.
Peguei sua mão pondo no meu rosto:
-Você fez meus sonhos serem realidade, eu me sinto tão bem ao seu lado, como se entrasse no céu e tudo á volta fossem nuvens.
Joan: Eu amo-te Bill, ninguém pode nos separar agora.
-Meu bem, você ja falou com Georg? sobre...sua mãe?
Joan: ele nega aceitar que ela possa regressar.
Ouvimos a voz de Tom do outro lado da porta
Tom: Bill? tá acordado?

Tom(POV)
Vi meu irmão espreitar pela porta
Bill: passa-se alguma coisa? você acordado a essa hora?Tom você tá doente?
-Não, vem cá. quero que você veja uma pessoa.
Ele saiu , fechando a porta do quarto, Quando seus olhos embateram em Vann, sua boca caiu.
-Você conhece?
Bill: com um raio. è você Vann?
Vann abriu os braços,fazendo lembrar de quando eu e Vann discutiamos no liceu e ela procurava conforto em Bill.
Bill(POV)

Não esperava ver Vann com Tom, mesmo durante todo este tempo eu sempre achei que ela seria a unica mulher a colocar meu irmão na ordem.
Eles viveram uma linda história de amor, eu achava que era por isso que Tom nunca quis uma relação seria desde o dia em que Vann partiu para L.A, porque ele não sentia a magia que tinha aquele amor de adolescentes com mais nenhuma outra mulher.
Abreçei-a, ela estava diferente, mas seu rosto continuava com aquela feição simpática.
Olhei Tom, comunicando por olhares, ele apenas me levantou o dedo do meio da sua mão direita, já esperava tal resposta.
- Mas querem contar-me como se encontraram?
Vann: ontem, no bar.
Tom: chega desse papo furado, então e você Bill, porque estava no quaro de Joan?
-Nos fizemos as pazes.
Tom: finalmente.
-é...- sorri.

Joan (POV)
-Meninos? o pequeno almoço está servido.
Georg foi o primeiro a descer as escadas, dando-me um beijo no ombro:
Ge- eu adorava ter tempo para comer qualquer coisa, mas ja estou atrasado.
Continuou correndo para a porta, sem me dar tempo de perguntar onde ele ia.

Bill: amor, eu quero apresentar para você a Vann, nossa colega de liceu...e a única namorada asério que Tom teve.
Bill sentiu o seu pé ser pisado pelo seu gémeo.
Bill: au..
- Olá Vann, muito prazer, sou a Joan, seja bem vinda.
Van parecia irradiar simpatia.

#
Mais dois meses passaram.
Era primavera.
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 8:59 pm

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 9:03 pm

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 18 -Primavera


"E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Somente só, só minto só

Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir..."



Introdução ao capitulo


Tom (POV)
Amanheceu,
Ela continuava a meu lado.
Tudo havia acontecido tao depressa, mas eu sentia-me bem ao lado dela.
Fazia-me relembrar os momentos em que eu era apenas uma criança.
Passei o dedo no seu rosto, ela me olhou.
Vann: Bom dia .
-eu acordei você?
Vann: não, estava só de olhos fechados ouvindo você respirar.
-Vann, eu não quero deixar você com expetativa...o que a gente passou foi otimo...mas eu não quero maguar você
Vann: Não se preocupa tom...eu também quis o que aconteceu ontem...não me arrependo e sei que depois do que aconteceu, só ficará amizade.
-Por enquanto ... ouve Vann, eu entendi com o que aconteceu com meu irmão que está na altura de assentar minha vida, mas eu não quero arrastar você para a confusão que é minha vida.
Vann : Tom mas..
-Não fala nada- sussurei- por favor.
Ela abraçou, era mesmo aquilo que eu necessitava naquele momento.

Bill (POV)


Eu passava mão na barriga de Joan, e minha filha deu um pequeno pontapé, talvez foi impressão minha, mas eu jurava ter sentido qualquer coisa, mas mantive-me em silêncio, não queria acordar Joan.
Joan: pode gritar á vontade Bill.
Eu olhei seu rosto.
-Como você sabe que eu quero gritar?
Joan: porque a bebe deu um pontapé e eu sei que você sentiu.
- eu sabia que tinha sentido alguma coisa- falei alto de mais entusiasmado por estar presente num momento tão importante- minha bebe sentiu o papa - sussurei.
Joan: conheço você até de olhos fechados.
Eu sorri, ela tinha razão.
Peguei sua mão pondo no meu rosto:
-Você fez meus sonhos serem realidade, eu me sinto tão bem ao seu lado, como se entrasse no céu e tudo á volta fossem nuvens.
Joan: Eu amo-te Bill, ninguém pode nos separar agora.
-Meu bem, você ja falou com Georg? sobre...sua mãe?
Joan: ele nega aceitar que ela possa regressar.
Ouvimos a voz de Tom do outro lado da porta
Tom: Bill? tá acordado?

Tom(POV)
Vi meu irmão espreitar pela porta
Bill: passa-se alguma coisa? você acordado a essa hora?Tom você tá doente?
-Não, vem cá. quero que você veja uma pessoa.
Ele saiu , fechando a porta do quarto, Quando seus olhos embateram em Vann, sua boca caiu.
-Você conhece?
Bill: com um raio. è você Vann?
Vann abriu os braços,fazendo lembrar de quando eu e Vann discutiamos no liceu e ela procurava conforto em Bill.
Bill(POV)

Não esperava ver Vann com Tom, mesmo durante todo este tempo eu sempre achei que ela seria a unica mulher a colocar meu irmão na ordem.
Eles viveram uma linda história de amor, eu achava que era por isso que Tom nunca quis uma relação seria desde o dia em que Vann partiu para L.A, porque ele não sentia a magia que tinha aquele amor de adolescentes com mais nenhuma outra mulher.
Abreçei-a, ela estava diferente, mas seu rosto continuava com aquela feição simpática.
Olhei Tom, comunicando por olhares, ele apenas me levantou o dedo do meio da sua mão direita, já esperava tal resposta.
- Mas querem contar-me como se encontraram?
Vann: ontem, no bar.
Tom: chega desse papo furado, então e você Bill, porque estava no quaro de Joan?
-Nos fizemos as pazes.
Tom: finalmente.
-é...- sorri.

Joan (POV)
-Meninos? o pequeno almoço está servido.
Georg foi o primeiro a descer as escadas, dando-me um beijo no ombro:
Ge- eu adorava ter tempo para comer qualquer coisa, mas ja estou atrasado.
Continuou correndo para a porta, sem me dar tempo de perguntar onde ele ia.

Bill: amor, eu quero apresentar para você a Vann, nossa colega de liceu...e a única namorada asério que Tom teve.
Bill sentiu o seu pé ser pisado pelo seu gémeo.
Bill: au..
- Olá Vann, muito prazer, sou a Joan, seja bem vinda.
Van parecia irradiar simpatia.

#
Mais dois meses passaram.
Era primavera.


Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 18 -Primavera


"E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Somente só, só minto só

Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir..."


x Parte |

Mais dois meses passaram.
Era primavera.



Bill (POV)
Minha filha daqui a pouco tempo estaria nos mues braços. Eu mal pudia esperar por puder protege-la.
Mas a banda tinha parado, por conta do seu nascimento acontecer em breve.

-Amor? - gritei- Joan? Onde estás?
Joan: no quarto de Tom, porque você está gritando?
Ela tentava arrumar a confusão daquele quarto
-Que você está fazendo sua doida? com oito meses de gravidez a fazer esforço?
Joan: eu estou farta de estar sempre na cama...
-E é na cama que você deveria estar.
Talvez eu fosse demasiado protetor...mas não sabia como evita-lo.

Tom (POV)
Vann vinha cá a casa de vez em quando, e eu andava demasiado ocupado com meu irmão e minha sobrinha para pensar nela...
Menos durante a noite,quando me deitava eu tinha sonhos com ela.
Desde que ela regressou todas as noites eu sonho , deixei de ter pesadelos.

Joan(POV)

Bill não me deixava respirar sequer duas vezes seguidas, ele protegia-me como se eu fosse uma doente.
Ele deitou-me na cama mas eu senti como se um calor abrasador invadisse o meu ventre
-Amor...vai nascer- gritei agarrando seu ombro.

Bill (POV)

Eu acordei do transe em que me encontrava quando ela gritou a segunda vez e a sua bolsa de águas já havia rebentado...minha filha ia nascer.
-Tom?- Gritei ao ver o rosto de sofrimento de Joan.
Tom: que gritaria....Joan? Ò meu deus? é agora?
-Me ajuda a leva-la para o carro.
Tom: não é melhor chamar ambulância?
-Quer ter os paparrazi no hospital?
Tom ajudou-me a carregar Joan até ao carro e de lá a correria até ao hospital foi rápida.
Eu entrei junto com ela, a partir daí os seus gritos foram a unica coisa que ecoava naquela sala, por vezes eu senti vontade de desmaiar ali mesmo.
-Meu amor- limpei sua testa-Nosso bébe está quase-ela puxava minha mão com tanta força que eu já não a sentia.
O pequeno choro fez-se ouvir pela sala e os meus olhos encheram-se de lágrimas, de felicidade.
Ter um filho é sem duvida o momento pelo qual o Homen deveria viver, a felicidade que nos invade, o instinto paternal, toda aquela davida de vida veio afirmar o gosto pela vida.
Meus braços tremiam, peguei-a, ela era tão pequenina, tão frágil.
Beijei sua testa
- Minha filha-ela agarrou meu dedo com força.
Médico: qual vai ser o nome?
-Aryana, que significa Sagrada.
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 9:21 pm

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 9:31 pm

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 18 -Primavera


"E se inventado, o teu sorriso for
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Parte ||

Bill (POV)
Olhava minha menina na incubadora, o seu nascimento permaturo a obrigou a ficar no hospital. Tom mexia no vidro:
Tom: cara...como ela é lindona...poh, nem sei como você é o pai.Ela puxa o tio.
-Ja ocurreu na sua mente de sardinha que nos somos gemeos?
Tom: Mas eu evidentemente sou mais lindo!

Tom(POV)
Aquela criaturinha pequena deva brilho aos meus olhos, e por momentos eu me imaginei com Vann e nosso filho passeando num parque, me via feliz.
Cara...eu estava perdendo o juizo? Me imaginando com filhos.
-È linda sua sobrinha - alguém sussurou no meu ouvido, não precisei olhar para saber quem era, era ela.
-Vann! Como você soube ?
Vann: O Bill ligou-me. quer vir tomar um café?


#
O hospital não parecia ser um lugar onde alguém se tivesse que preocupar com a segurança de Aryana.
#

Tom (POV)
Lá estava ela, sentada como se fosse uma rainha no seu trono, sentei-me ao seu lado.
-Eu tenho sentido a sua falta.
Vann: A faculdade tira muito do meu tempo. e você também tem andado mais distante.
-Vou ser sincero com você. Todas as noites eu penso em ligar para você e ficar ouvindo sua voz antes de adormecer...nunca tenho coragem.
Vann: você? sem coragem para me ligar? Que é feito de você Tom? -Ela ria .
-Falo sério, você ê...não sei..especial.
Vann: é por isso que você me evita?
-Sim...é.
Vann: do que você tem medo?
-De tanta coisa. o amor é uma coisa complicada. E ...na verdade? eu não quero acabar como os meus pais.
Vann: Ninguem disse que a gente está a pensar marcar casamento.
-Mas a ideia de eu estar preso a alguém me assusta, tenho medo de maguar...você.
Vann: E por esse medo a gente vai continuar fingindo ser só uma amizade aquilo que sentimos?
-Não é o melhor a fazer?
Vann: Tom..Depois deste tempo todo longe de você eu o esqueci, mas o que aconteceu eu não posso mentir e disser que não sinto nada.
- Você acha que eu deveria enfrentar o meu medo?
Vann: Se você não enfrentar você nunca irá saber se valeu a pena.
Eu peguei seu rosto, encostei meus lábios no dela, meu estomago andava as voltas, eu a beijei,sentia falta de a beijar
- A gente pode tentar -peguei sua mão, sorri.
O vento percorria nossos corpos, o calor do sol fazia nossas sombras criarem imagens no chão, seus cabelos voavam , era a imagem perfeita que ficara na minha memória.

#
- Espere. O senhor nao pode levar a bebe, ela esta sob cuidados ainda.SEGURANÇA SEGURANÇA. ALGUÉM AJUDE AQUI!
#
Bill (POV)
-Que gritaria é esta?
Joan: me parece a enfremeira.
-Eu volta já -beijei sua testa.

Havia perante os meus olhos uma agitação de corpos a correr de um lado para o outro, mas não conseguia entender o que se passava.
Os segurança passaram por mim atarefados, procurando algo.
-Que aconteceu?
Enfermeira: eu peço desculpa - suas lágrimas não deixaram de ser visiveis em seu rosto- ele...ele disse que era avó da criança, me pediu para segurar um pouco nela...e quando eu reparei ele estava a correr com ela nos braços.

Olhei o berço de Aryana.
Ela não estava lá.
Seu sorriso de criança já não me fazia tremer meu corpo.
Levaram minha filha.
-Não - gritei, minhas mãos subiram até meus cabelos, estava em desespero, queria desaparecer, minha respiração não dava vida ao meu corpo, me sentia a morrer, ele não pudia ter levado minha filha.

O meu corpo deixou aquele corredor como se voasse, os seus recantos me pareciam intermináveis.

Tinha de encontrar minha filha.

Atenção: O capitulo 19 (With arms wide open) contém linguagem, cenas chocantes e morte.
Se é sensível , não aconselho ler. -
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Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 19 -With arms wide Open


"Well i don't know if i'm ready
To be the man i have to be
I'll take a breath, i'll take her by my side
We stand in awe, we've created life
With arms wide open
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Parte |
Bill(POV)

Finalmente vi a porta de saída
,
o seu carro passou a centimetros de mim, vi a sua cara novamente. Olhei a estrada, corri até abrir a porta do meu carro e de imediato arranquei, a adrenalina consumia a minha calma, ele encaminhava-me por uns vales perdidos no meio de L.A , não sabia onde estava, só as luzes do carro me davam caminho por onde seguir.
Ao longe fazia-se adivinhar uma casa degradada e abandonada, o seu carro estava lá parado.
Olhei o que havia á minha volta, nada...um infinito nada.

Tom(POV)
Entrei no quarto de Joan, a menina estava nos seus braços.
Joan: olha quem veio ver a princesinha, é o titio?
-A menina já pode estar fora da incubadora? - mexi no laçinho da sua roupa.
Joan: a Enfremeira disse que eu pudia estar com ela um pouco .
- E o meu irmão.
Joan: ele não está contigo?
-Não. Há algum tempo que não o vejo, eu estava com a Vann no bar do hospital.
Joan: Ele saiu quando no corredor se ouviram gritos, desde aí que não aparece, eu pensei que ele tivesse ido ter contigo.

Bill (POV)
Sai do carro, pisando o chão coberto de folhas, caminhei, o vento era gelado, fez-me arrepiar, por mais que olhasse em volta nada via.
Entrei , a porta quase caiu a meus pés.
Senti o meu cabelo ser puxado, a minha cabeça foi mergulhada em água gelada, fiquei tonto, lutava por respirar, de novo voltei a respirar.
-A minha filha? - estava ofegante.
- Idiota. a tua filha está no hospital - ele agarrou o meu pescoço, apertando os meus ossos.
-Não...é possivel- a minha voz era inaudivel devido á pressão em meu pescoço.
O meu corpo embateu contra o chão, senti um ardor na cabeça, os meus dedos mostraram sangue pela ferida agora aberta, olhei-o.
-Porque não nos deixas em paz?
- A Joan traiu-me, e eu não perdou-o traiçôes.
A Porta foi fechada, ouvi algo pesado sobre ela, não gritei...não chorei... sabia que o meu fim estava próximo.
Procurei em meus bolsos, o meu telemovél estava desligado e partido, atirei-o contra a parede.
Mas sorri, a minha filha estava com a mãe, nada mais importava.


#

Analepse

Naquela tarde

A faca perfurou um pouco a pele da jovem enfermeira:
-è simples, só tem de gritar para chamar atenção, entretanto outro enfermeira vai encarregar-se de levar a criança até ao quarto da mãe. Por enquanto não quero mata-la.
-Mas e se não correr bem? eu sou despedida.
-Acho que não entendeu que isto não é um pedido .
-Ok...eu..eu o farei.
-Muito Bem.

O plano era simples, atrair Bill para a sua própria morte.
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 9:50 pm

BIIIIIIIIIIIIIIIL *berra desesperada* DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD:
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 9:57 pm

Atenção: O capitulo 19 (With arms wide open) contém linguagem, cenas chocantes e morte.
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Parte ||
Bill(POV)


Minhas mãos estavam sangrando, mas isso não me impediu de continuar as esmurrando contra a porta, numa tentativa inutil de a arrombar,acabei por me afastar, procurando outra saida.
Ouvi o barulho do carro chegando, talvez Tom me encontrou.
Não, era ele novamente, trazia cordas em suas mãos.
Padrasto: Passou bem a noite princesa?
-Vai se F#### cabrão.
Teo: na verdade..o meu nome é Teo,- agarrou minhas mãos atando-as com força- talvez Joan tenha gemido meu nome enquanto estava com você. - riu na minha cara.
As minhas mãos atadas foram presas a um cano velho, ele calçou umas luvas, pareciam pesadas, todo aquele peso foi contra meu rosto, fazendo meu lábio rebentar, senti por várias vezes a dor em meu corpo, quando meus olhos pesados e inchados abriram eu consegui ver a luz do dia entre as persianas, aquela luz maguava meus olhos.
Passei a lingua em meus lábios e foi como se me tivessem queimado, as feridas ainda estavam abertas, eu tinha sede.
Olhei minha roupa, coberta de sangue, completamente rasgada mostrando meu tronco.
Meus pulsos estavam roxos de tanto eu os puxar.

Joan (POV)
Meu coração havia sofrido aquele aperto e eu agora sabia o porque. Bill desapareceu. A um dia que ele não está do meu lado.
Tom parece dar em doido, a toda a hora grita, a toda a hora chora.
Eu me sinto paralizada...sem sentimentos.

Morta.

Bill(POV)
Acabei por adormecer ali mesmo, com os braços ainda presos,atados.
Algo me tirou do extase, o barulho da porta a ser empurrada.
Suas mãos grossas e asperas agarraram meu rosto
-Com fome princezinha- sussurou
Eu não respondi, virei meu rosto.
Sentou-se na minha frente , ficando a comer. Meus olhos queriam deixar sair as lágrimas mas estavam tão inchados que não suportava a dor.
Teo: Sabe..Bill, não é mesmo? sua filha saiu linda como a mãe..é pena ter de ficar orfã de papai.
Pontapeando minhas pernas, o seu riso ecoava na minha mente, eu continha dentro de mim todos os gritos.
De novo a porta se fechou.

Tom (POV)

Eramos dois apenas, naquele quarto.
Eu ..e a solidão.
Onde está você meu irmão?
Meu peito doi tanto...de vez em quando sinto como se alguém me estivesse pontapeando, sinto uma agonia tão grande dentro de mim.
Desde sempre eu defendi você, porque você se achava o mais fraco.
Eu te dissia que não,
"Você é forte Bill"
Mas agora que você desapareceu e eu não estou lá para o defender, eu tenho medo de perder você, você é a metade de mim.
-Bill - gritei...em vão.

Cai no chão de joelhos, minhas mãos taparam o meu rosto -Porque fizeram isso com você? meu irmão...

Bill (POV)
Quando abri os olhos...
Tudo ali era escuro, não destinguia as luzes.
Meu estomago foi atinguido com um soco, o meu sangue foi tossido pela boca, sentia-me fraco..mas não ia dessistir.

Passaram dias desde a ultima vez que vi o sol.
Cada vez que ele me atingia eu ouvia o grito de meu irmão.
Minhas feridas haviam sarado, a maior parte delas. Apesar de não comer e beber sentia as minhas energias completas.
Meus pulsos puxaram as cordas, provocando queimaduras, consegui soltar-me.
Ele me encarou.
-Vem cobarde - sussurei.
Ele caminhou para mim, agarrando meu pescoço colocou meu corpo contra a parede, foi aí que o sorriso da minha filha invadiu a minha cabeça.

Não. eu não ia dessistir agora.

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Parte |||
Tom(POV)

Peguei a mão de Vann, mas continuei ausente, em desespero para encontrar o meu irmão.
Vann: Tom..eu vou para a Alemanha novamente.
-O que? mas...e nós?
Vann: Tu agora precisas de estar sozinho, além de que nós nem namorados...
-Eu entendo. Não esperava outra coisa senão este fim...desculpa se estive ausente.
Vann: não Tom, eu sei que tentas-te, mas eu compreendo- abraçou-me- tudo vai ficar bem.
-Quando partes para Hamburg?
Vann: Amanhã de manhã!

Bill(POV)
As suas mãos apertavam o meu pescoço, os meus ossos pareciam querer rasgar a pele, senti a escasez de ar nos meus pulmões.
Subi as mãos, prendendo os dedos nos seus olhos, a pressão que fiz foi suficiente para que ele me largasse, coloquei as mãos no meu pescoço que estava dorido e vermelho, afastei-me daquele corpo, as minhas mãos tremiam, esta seria a unica hipotese de eu conseguir escapar daqui, olhei o chão pegando um dos ferros que havia no chão , quando senti as suas mãos nos meus cabelo:
Teo: afinal tens força princezinha.
- Nem imaginas - o ferro que estava nas minhas mãos atingiu-lhe a cabeça, fazendo-o cair no chão, coloquei os dedos no seu pescoço, ainda respirava.
as minhas mãos tremolas procuraram nos seus bolsos, encontrei um telemovel seria esta a minha saida.

Tom (POV)

Acabei de deixar Vann em casa, voltei á estrada. O meu telemovél tocou, não estava com paciencia para atender.

Bill (POV)
-Por favor Tom, atende.

Tom (POV)


Olhei o visor do telemovél, era desconhecido.
-Tom Kaulitz, quem fala. -ouvi alguém respirar do outro lado
-Tom...
-B Bill? -Parei de imediato o carro -Bill onde estás? estás bem? est+as ferido?
Bill: Eu..eu estou bem Tom, eu consegui soltar-me , mas ainda estou preso na casa, preciso de sua ajuda.
-Onde você está?
Bill: Eu não sei, num vales abandonados. Lembro-me de aqui só existir uma casa, é um sitio abandonado, sem nada.
-Eu vou achar você meu irmão, não se preocupa.
Bill: Tom eu....(chamada interrompida)
-BILL? BILL? - as minhas mãos foram contra o volante - M#### - arranquei o carro, fui de encontro a casa.

Joan (POV)
Vi Tom entra pela porta como se fosse um furacão, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar.
Tom:- O Bill conseguiu uma ligaçºao comigo mas enquanto a gente falava a porcaria do celular ficou sem bateria.
Ele falava tão depressa que eu tive deficuldade em entender direito
-E..E onde ele está?
Tom: -num vale , ele diz que aquilo e deserto so tem uma casa e
- Eu sei onde ele está - interrompi- Na casa onde eu e Georg moramos em pequenos.
Tom: Vamos, então o que esperamos.
Eu peguei a minha mala, iria precisar dela.

Bill(POV)

Não tenho certeza de quanto tempo havia passado.
Que ideia estupida a minha pensar que conseguiria sair daqui, no meio do nada ninguem me vai encontrar, encarei a minha sentença de morte.

Viu levantar-se, colocando a mão na cabeça, riu por momentos me encarando.
Eu não me mexi.
Seu corpo foi contra o meu , começando por pontapear o meu rosto, de seguida minhas costas meus cabelos foram puxados e meu corpo colocada de pé, minha cabeça foi sendo atirada contra a parede de betão.

Ouvi a porta a ser arrombada.

A ultima coisa que me lembro foi o som estridente de um tiro.

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 10:05 pm

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 10:06 pm

Atenção: O capitulo 20 (Seize the day) contém linguagem, cenas chocantes , morte e sexo.
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Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 20 -Seize the day


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Introdução ao capitulo
Tom(POV)

Tudo ocurreu num segundo,
Eu arrombei a porta com o carro e no momento a seguir ouvi um tiro, olhei o corpo a cair no chão, o sangue acabou por se espalhar em sua volta.

Joan(POV)
As minhas acções ganharam vida própria.
Chega deste sofrimento, Bill estava a ser espancado ...
Nesse momentos meus sentidos tomaram conta de mim, a raiva me controlou por completo, agarrei minha bolsa e minhas mãos seguraram a arma.
Aquele seria o fim de todo o meu sofrimento, seria o inicio da minha felicidade.

Bill(POV)
Aquele barulho estridente ficou nos meus ouvidos e consequente a isso o cheiro a pulvura . O Teo caiu no chão de joelhso, sua mão subiu até ao peito acabando por cair no chão inanimado...sem vida.

Joan continuava com a arma levantada, suas mãos tremiam, eu deixei de ouvir, vi Tom correr para me impedir de cair , estava fraco, meu corpo não aguentava mais estar em pé.
#
Acordei no hospital, meu corpo estava dorido.
a primeira coisa que vi foi Aryana deitada ao meu lado, quis pega-la em meus braços.
Joan estava do seu lado.
Novamente eramos uma familia, mas desta vez sem ter-mos de nos preocupar.
-Como você está?
Joan: Bem..
- Você..
Joan: Bill..- interrompeu-me- eu vou ser presa por mata-lo.
-Não...foi em legitima defesa.
Joan: A policia não encarou como legitima defesa.
Movi meu corpo sentindo algumas feridas abrirem.
-Eu nao vou deixar que te levem de mim, você matou por amor...para ter sua vida, isso não é legitima defesa?
Eu fujo com você, eu percorro o mundo para encontrar um lugar onde possamos ser feliz...

Tom(POV)
O meu irmão estava junto da sua familia... e eu entendi que tinha de correr atrás da minha felicidade.
Vann estava prestes a embarcar para a Alemanha , eu não pudia deixar que isso acontecesse, se ela partisse iria levar meus sentimentos com ela.
Corria pelos corredores do aeroporto, as pessoas olhavam-me enquanto eu empurrava seus corpos para passar, vi-a ao longe.

-Vann - gritei.

Atenção: O capitulo 20 (Seize the day) contém cenas explicitas de sexo.
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Capitulo 20 -Seize the day


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Parte |

Tom (POV)


O seu corpo rodou em minha direcção e a mala caiu no chão, ela corria para mim e meus braços rodaram sua cintura

-Eu não posso deixar você ir .

Ela beijou meu lábios e um arrepio correu minha espinha. peguei sua mão, em breves minutos estávamos dentro do carro.
Eu puxei-a para o meu colo:
-Vamos jantar só os dois.

Joan (POV)
Não me arrependo de o ter morto,
Pelo contrário,
estou a começar minha vida.

Por vezes tenho pesadelos horríveis daquele dia, mas ao acordar vejo Bill e isso conforta-me.
"Nossa filha será a criança mais feliz do mundo" Bill diz isso todo o dia,
Eu acredito nele.

Eu serei a mãe que nunca tive.

Saberei cuidar e amar minha filha.

Tom (POV)
O restaurante estava calma, as velas sobre a mesa e as rosas de um tom bastante vermelho davam áquele momento o tom perfeito.

Vann Olhava-me descarada enquanto lambia um gelado.
Eu olhei para os lados, sussurando:
-Em casa, eu tenho um gelado bem maior e apetitoso para você!
Vann: tem mesmo?
- Tem sim.

O talher caiu no chão, Vann quebrou aquele momento baixando-se para o apanhar.
Senti sua mão nas minhas calças, mordi o lábio, ouvi meu zipper abrir e sua mão passou ao longo do meu membro, eu mexi as ancas, suspirei.

-Vann - sussurrei.

Senti sua lingua passar sobre minha glande, deixei soltar um leve gemido, a adrenalina de alguém nos ver estava a deixar-me louco.
Sua boca deixou meu pénis entrar de forma rápida, eu segurei a toalha.
Seus movimentos com a língua aumentarem.

Peguei seus cabelos e a afastei de mim, fechando minha calça:
-Vou para o banheiro. e você sabe que eu esqueço sempre a porta aberta.

Caminhei apressado, a minha erecção naquele momento não estava a ajudar , ouvi a porta ser aberta, vi sua silhueta olhar em volta, tranquei a porta, agarrando-a por trás:

-Você me estava deixando maluco.

Lambi seu pescoço, colocando-a contra os lavados, subi seu vestido passando de imediato minha mão entre suas cochas:

-Não sou o único que ficou maluco.

Minha língua passou sobre seu ouvido, enquanto meus dedos afastavam sua calcinhas. Lentamente meu membro entrou nela, ao meu primeiro movimento seu rosto embateu no espelho, ela gemeu meu nome
Minhas mãos procuravam retirar seus seios do vestido, assim que o consegui massajei-os lentamente, torturando sua mente.
Peguei sua cintura, virando seu corpo, coloquei suas pernas em meus ombros e voltei a entrar nela, desta vez com rapidez, movimentei-me agarrando suas pernas, ela gritava agora e isso mexia comigo.
Agarrei suas mãos puxando-a para mim:

-Eu adoro você gritar , mas assim vão apanhar a gente - disse junto do seu ouvido, levando - a contra a parede, ela me surpreendeu começando a mexer o corpo contra o meu, e agora quem não controlava os gemidos era eu, agarrei suas ancas, para ajudar em seus movimentos.
nossos corpos faziam sons quando embatiam um contra o outro.

Naquele lugar,
era o único som que ecoava.

Era dois corpos se amando.


Atenção: O capitulo 20 (Seize the day) contém cenas explicitas de sexo.
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Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo 20 -Seize the day


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Parte ||

Tom (POV)

Seu corpo mexia , estava sobre meu controlo, ela era minha. peguei seu pescoço , beijando-o, mordendo-o.

Bill (POV)


Ela dormia.
Como seu rosto ficava tranquilo.
Minha menina estava em meus braços, coloquei-a no berço:
-dorme bem meu anjo. - sorri.

Joan (POV)

Encostada na ombreira da porta via aquela visão paternal, Bill agarrando nossa filha nos braços.
Ele sussurrou-lhe boas noites, via como ele estava feliz.

Abracei as suas costas, o seu perfume invadiu a minha mente :
-Vamos deitar meu amor?
Bill consentiu com a cabeça, levando-me ao colo, sem pressa deitou-me na cama, pegando uma rosa da jarra, desfez as pétalas sobre o meu corpo, beijando-o em seguida, demoradamente os seus lábios arrastavam a minha pele, despindo-me, as suas mãos tocavam cada recanto do meu corpo.
Os meus dedos percorreram as suas costas, deitando-o na cama , beijei todo seu rosto, ficando deliciada pelo aroma do seu pescoço, a maneira que o seu coração acelerava com os meus movimentos. Minhas mãos frias percorreram o seu peito:
-Você me acordou do pesadelo onde eu vivia! Eu quero amar-te eternamente.
Ela abraçou meu corpo, beijando meus ombros.
Coloquei a mão sobre seu membro, provocando-o, ao que ele reagiu olhando-me enquanto mordia o lábio. Tudo aquilo fez o meu corpo arrepiar, de cima a baixo, e com o tempo, o prazer consumia-nos.

Tom (POV)


Ali estamos nós, a entrar em casa, ainda com a roupa desajeitada.
Joann: Tom, eu me esqueci da calcinha no carro .

Eu sabia que ela o fazia para me provocar.
O meu corpo desesperadamente foi contra o dela , encostando-a numa das colunas da casa, a minha mão subiu por sua cocha, levantando o vestindo:
-Quem disse que ia precisar dela mesmo?

Beijei seu pescoço, torturando-a, era assim que eu gostava, de dominar, as suas pernas rodearam a minha cinturas, fiz questão de agarrar bem seus tornozelos, enquanto a penetrava, e via seu rosto redimir-se ao prazer que lhe provocava.
Não nos casávamos de nos amar.

Bill (POV)

Seus seios eram iluminados pela pouca luz que a lua clareava, minha língua subiu seu mamilo excitado, seu gemido invadiu meu ouvido, sua língua alcançou a minha, eu a lambi, vendo seus olhos cerrarem.

Sai da cama, pegando suas pernas, rodei seu corpo ficando com ele virado para mim, encaixei-me entre suas pernas, passando meu membro junto do seu.

Joann: Bill.. por favor...não tou aguentando mais .

Juntei nossos peitos, o meu corpo bombeava o sangue de uma maneira quase inevitável.
Penetrei-a, olhando seu rosto permanecer com uma expressão de satisfação.
Nossos corpos dançavam entre os lençóis, algumas pétalas ficavam presas em nossos corpos, e a sua voz enchia o quarto, chamava o meu nome, gritava por mim, puxando meus cabelos, e marcando minhas costas.

Penetrei com violência fazendo os seus seios se agitarem perante meus olhos ,aquela visão acabou com meu raciocínio.

Peguei seus cabelos, empurrando seu corpo contra o meu , minhas mãos torturavam sua anca.

-gosto ouvir você gritar meu nome - minha mão caiu forte sobre sua bunda, deixando marca forte da sua estrutura.

Nossos corpos respiravam como se de uma corrida se tratasse.

#

Vann (POV)

Ele continuava perdido no sono, como sempre quando eu acordava, ele continuava a dormir, ele adora dormir. passei a mão no seu rosto.

Tom (POV)

Senti algo sobre meu coração, como um pressentimento.
Algo iria acontecer, eu sentia.

Bill (POV)

- Quero ficar contigo para a eternidade.
Joann: Só há uma maneira de ficar-mos presos na eternidade Bill!



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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 10:11 pm

Mais O:
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 10:14 pm

Bem este é o penúltimo capitulo !

Se eu fosse um dia o teu respirar -
Capitulo 21 - Cause to love you



" 'Cause to love you means so much more
When I need to cry you make me try
I want to die and ask me why
'Cause I can't fight no more

When I'm felling blue
Nothing seems ok
I see her eyes and I believe..
we'll find a way"




Introdução ao capitulo final
Bill (POV)
"Quando estou me sentindo mal
Nada parece estar bem
Eu vejo os olhos dela e acredito que encontrarei um caminho

Quando estou me sentindo mal
As coisas não correm tão bem
Eu vejo os olhos dela e esqueço-me das lágrimas que caem

Quando estou sozinho na rua
E estou assustado e cansado
Pela primeira vez na minha vida senti desejo

Quando estou longe de casa
E não quero ser encontrado
Corro para os teus braços e eles trazem-me de volta à terra!

REFRÃO
Porque amar-te significa tanto
Quando eu preciso de chorar tu me fazes tentar
Quero morrer ,pergunta-me porquê
Porque não consigo lutar mais

Quando eu quis parar
Quando eu quis falhar
Vi os teus olhos e acreditei que há muito mais?
Muito mais... Muito mais.

Porque amar-te significa tanto"

Deixei aquela folha entre o resto de outras, era mais uma letra...
Abandonei aquele espaço.
Encontrei-a.

Como ela é perfeita, o seu rosto quieto, como se fosse um quadro .

Tom (POV)
Sabe aquela sensação de estar feliz?
Sorrindo por tudo e nada?
Eu me sentia assim !

Ela podia nem ser a mulher da minha vida, mas eu estava tendo o tempo da minha vida junto a ela.Ela me traz as recordações que tinha antes da fama, traz-me a felicidades desses dias.

Não me pretendia casar, nem apressar as coisas.
Queria apenas viver o momento!


#

4 anos depois,
eu continuo a viver o momento junto dela.
Nada mudou, o meu sorriso continua sempre que a vejo.


Bill (POV)
Lá estava ela.
Majestosa e exigente.

Aryanna estava crescida, mas a sua curiosidade era sempre maior do que ela.

Aryanna: Papai?Papai porque tem de noite coisinha brilhante no céu?
Peguei seu pequeno corpo, sentando-a no meu colo, puxei seus cabelos para trás:
-Quando amamos alguém muito muito muito, como o papa te ama, esse amor nunca desaparece, mas por vezes deixamos de ver essas pessoas...
Aryanna: Porque papa?
-Porque todos temos um tempo de vida, e durante esse tempo temos de ser felizes e amar quem nos ama.
Aryanna: e quando desaparece para onde vai?

Apontei para o céu:
-Torna-se uma coisinha brilhante. Para sempre. E protege aqueles que amou. Cuida deles.
Aryanna: Mas tu nunca vais desaparecer,

Não é papai?

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 10:47 pm

Awn..... que amorzinho essa Aryanna. Graciosa como o pai <3
Mais!
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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Ma' em Ter Mar 26, 2013 10:48 pm

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo Final - Just Breathe

"Nothing you would take
Everything you gave
Hold me til I die
Meet you on the other side..."




Parte |


Bill (POV)

Uma criança deve viver a infância no mundo da fantasia, sonhar, imaginar... porque um dia a vida vai se encarregar de mostrar-lhes a dura realidade.
Eu quero que a minha filha cresça assim...
Que seja criança, que seja feliz no seu mundo imaginário onde não há dor, nem perdas...

A noite caia, e o seu rosto cansado deixava-se embalar nos meus braços.

Joan(POV)

Ouvia os seus passos avançarem, não me mexi, esperei seu abraço.

Não era Bill.

A voz que se aproximava no meu ombro era feminina,

Era ela...

-Mãe.

A arma que ela carregava apontada á minha boca foi a primeira coisa que encarei, encostando o meu leve corpo na parede:

-Mãe...Eu nao entendo, que ...que estas aqui a fazer? e com uma arma..

Dianna: IDIOTA, achas que aquele burro do Leo daria conta do recado sozinho? é tão imbecil que te deixou mata-lo. Mas chega de ficar na sombra.

-Eras tu...tu que pagavas ao Leo? que lhe davas tudo? ele trabalhava para ti?

Dianna: Pena teres percebido isso tarde de mais! não achas? Joan, eu terei de te matar..tal como fizeste com ele...

- Não entendo porque..

Dianna: até os vilões amam...e tu tiraste-me a unica coisa que eu tinha.

- E eu ? o Georg?

Dianna: vocês só me atrasaram a vida !

E uma voz masculina se fez ouvir no fundo do corredor:

Bill(POV)

Havia chegado ao meu limite, não ia fugir mais.
Talvez a vida seja um circulo, por muito que queiramos fugir ao nosso destino, nunca conseguimos.
E ali estava eu novamente enfrentando a morte.

Desisti de correr.


Bill: Chega ! Nunca teremos paz. Mata-me de uma vez !

O corpo alto que se deparava frente a Joann rodou para mim:

Dianna: Que romantico !

Bill: Mata-me, deixa minha filha de fora disto.

Dianna: Bill...Bill...Bill...Tão ingénuo... Vais morrer, mas não é sozinho.


#
Andamos durante horas, a minha mão apertava a de Joann, suavam de contacto .

Por fim, a brisa do mar acolheu-nos, ao longe a minha visão perdia o horizonte no azul.

As nossas mãos foram amarrados, eu não sentia medo, senti-a que ia de encontro á paz.

Ela afastou-se.

Ouvi o gatilho... e o meu corpo reagiu sozinho...

arastei-me sobre Joann...

O frio invadiu-me...

o quente fervente que me acolhia agora era insuportável...

a visão deixou de responder...


senti os seus lábios nos meus...


....pela última vez.


#

Tudo a minha volta era branco, um imenso vazio branco....


O meu corpo acabou jazido no mar.


A minha alma?


Está Salva !

Se eu fosse um dia o respirar-
Capitulo Final - Just Breathe

"Nothing you would take
Everything you gave
Hold me til I die
Meet you on the other side..."




Parte ||





Aryanna(POV)

Aquela brisa acolhia-me,o mar estava calmo..

Bill(POV)
Como todos os dias, a sua voz fazia-se ouvir, re construindo a felicidade á saudade.

Aryanna(POV)

20 anos passaram.

Eu fui a criança que feliz que tu desejavas papá...
Hoje sou uma mulher feliz, só faltas cá tu...o teu sorriso que continua preso na minha memória.
Disseram-me que estavas sempre a sorri!
Que eras feliz.
Eu sinto a tua falta todos os dias ,
Feliz dia do pai !


Sentei o meu corpo na rocha, avistando melhor o horizonte, como a história do assassinato do meu pai relembra-me:

" Ele foi um herói...
depois de levar o tiro, o seu corpo caiu ao mar, junto com da tua mãe"

Tio Tom falava sempre orgulhoso, da metade que lhe faltava.

Uma mão acolhei meu ombro:

-Mãe -olhei-a, ela parecia serena, puxou a cadeira de rodas sobre a terra, era assim que ela estava, á 20 anos pressa numa cadeira de rodas, a queda no mar provocou-lhe dados irresolúveis.

Todos os dias ela me relembra o teu ato de coragem pai, dar a vida por ela...por quem amas.

Deitei uma rosa ao mar...mais uma...são em tua memória papá.

Descansa em paz.

-Vamos mãe?

Joann: quero ficar sozinha com teu pai.

Bill (POV)

Seus cabelos continuam longos e cor de cenoura, majestoso... nunca perdeu a beleza...mas,
Meu amor, já passaram 20 anos, segue em frente!

Joan (POV)


A sua voz era como um sopro de vento, ele pedia para seguir e frente...

Minhas mãos, cansadas, puxavam as rodas fazendo a areia levantar pelo ar, senti-me livre quando o meu corpo voou do penhasco...

A água consumiu -me, mas o meu sorriso persistia.

#

Finalmente...

ele estava ali,

perante mim

minhas mãos tocaram as dele

-Bill...

Ele sorria da mesma maneira, o seu olhar olhava-me da mesma maneira.

Bill: Tinhas razão...há uma maneira de nos amar-mos pela eternidade.







#


40 anos passaram..

Aryanna (POV)

Meus cabelos rejubilaram brancos da minha velhice.

70 anos depois,

eu voltei a ver o mar...

Há histórias que devem ser contadas,
ouvidas,
ditas.


Eu contei a história aos meus filhos,
amei-os como vocês me amaram...
Meus filhos contaram aos filhos deles
amaram-se como vocês se amaram.


Quando chegar a minha hora, quero encontrar-me com vocês e agradecer...

Vocês me ensinaram a historia mais linda de amor !


Como todas as histórias de amor,
começou com era uma vez...


e viveram felizes para sempre !


FIM

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Re: Se eu fosse um dia o respirar +18

Mensagem por Jéssica Caló em Ter Mar 26, 2013 11:03 pm

Gente, essa fic me arrepiou ç_ç
Muito bem bolada e definitivamente uma trama contagiante, ótimo trabalho, de verdade. Espero que continue tendo essa criatividade que você conseguiu com essa em outros trabalhos.

Vou divulgá-la porque senti que valeu a pena, embora um dos últimos detalhes não tenha me agradado definitivamente, mas não vou contar qual é Wink)

<3
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